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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Entrevista com Mirna Grzich no Programa Consciência Próspera


"Mirna Grzich é convidada do programa Consciência Próspera e conta a Samuel Souza de Paula sua experiência por todos os caminhos espirituais que vem experimentando desde criança: Tai Chi, Hinduísmo, Candomblé, Rajneesh/Osho, Sufismo, Esalen, Anjos, Budismo Tibetano, Tarot e tantos outros, numa eterna busca por Deus, e sempre rodeada da melhor Música."

sábado, 28 de abril de 2012

Ecologia Espiritual

"Momento importantíssimo para o atual cíclo de atividades da Ordem Rosacruz, AMORC. O Digno Imperator da AMORC, discursou nesta quinta-feira (27/04/2012) no Senado Federal, sobre o futuro do nosso planeta, por ocasião dos preparativos do evento RIO+20 que acontecerá em junho no Rio, e a ordem engajadíssima no assunto Ecologia Espiritual, está fazendo parte deste grande evento. Chamo a atenção para a presença do Digno Grande Mestre da Ordem Rosacruz, AMORC, para Jurisdição de Lingua Portuguesa, Fr. Hélio de Moraes e Marques, F.R.C. E também, após a leitura da "Exortação Rosacruz para uma Ecologia Espiritual", nosso Imperator representando os Rosacruzes do mundo inteiro recebe um elogío do Senador Cristóvão Buarque que destaca a importância da Rosacruz, AMORC no mundo e principalmente no Brasil. Destaque também para a tradução simultânea do Fr. Raúl Passos, F.R.C.
Paz Profunda!" - Tom Woody, FRC

 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Divagações Ceboleiras

- Pintura compartilhada do Facebock no perfil de Samara Peixoto -
(Não sei o nome desta bela obra de arte de Adilson Lima... Bem poderia ser "Coreto em Aquarela") 



Bela aquarela... Aquarela bela...



Tons sobre tons pelos tons sob os tons... Tontos, bailamos coreteando ao redor... Rodeando e Faustocardoseando o Emblema-coreto-correto-corrente... Menino e menina e menina e menino... Ser-bolo e ser-bolas ...e ser-praça que passa... Verde que envolve e que "em-praça" o que fica... Ficam um Desejo e uma Enorme Saudade... Atma-esfera... Atmosfera de uma ótima espera ao fitarmo-nos na esfera a luzir no mais alto... Colunas sustentam e preservam moura núvem em concreto desfecho... De resto, uma réstia: há degraus que nos chamam, silentes... Há provável aparência com "tele-transporte" em que nossas mentes-sementes se vão pruns confins de nós próprios: 'Ce-bola ou não ser? Eis a questão'!!!

Jorge Pi

sábado, 14 de abril de 2012

O Nu



Podemos ver o nu também na superfície do tecido de nossas roupas, se pudermos nos dar ao luxo de entender a nossa realidade humana construída à base de Agonia e Êxtase cotidianos... A pele, enquanto superfície, é a roupa de nossa carne, músculos e órgãos... Nossa carne, nossos músculos e nossos órgãos são as roupas de nossos ossos... E, na perspectiva deste jogo de camadas que se superpõem e se coadunam, o nu do que nós somos em nossa ontológica interpretação fugidia do que seria o nosso Eu Verdadeiro, poderia vir a se nos configurar como uma emblemática roupagem a ocultar o nosso Desconhecido Ser...tão perto e, ao mesmo tempo, tão distante de nós próprios! 


Jorge Pi

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=711358278897016&set=a.497935450239301.120713.497881280244718&type=1&theater

sábado, 7 de abril de 2012

Uma Mui Brevíssima Apreciação da Teoria do Conhecimento em Platão



              Para que possamos ser iniciados na teorização platônica de uma gradação modal da realidade ontológica, precisamos nos familiarizar com o seu Argumento da Linha Dividida, encontrado no Livro VI da República, evidenciando as noções platônicas a respeito de dóxa e episteme, além de identificar, no âmbito da ascensão do mundo sensível ao inteligível, os objetos do conhecimento [eikones (imagens), zóa (coisas vivas e coisas visíveis), tá mathéma (objetos matemáticos) e eidos (formas, idéias)], bem como os modos [eikasía (“imaginação”; simulacros), pístis/dóxa (crença/opinião), diánoia (raciocínio dedutivo) e Nóesis (intuição intelectual: episteme)].
           Em segundo lugar, relembremo-nos da Regra Áurea proposta (ou descoberta) pelos antigos gregos. Além disto, convém termos em mente as definições retiradas mesmo dos dicionários comuns referentes aos termos “teoria” (exposição de princípios fundamentais, doutrina, generalidades; opinião, conjetura, cálculo, aviso; ação de olhar, ver, observar, especular, contemplar) e “conhecimento” (compreensão, inteligência; idéia, notícia, informação; o saber, instrução, erudição, ciência, doutrina; consciência, acordo; entendimento).

             Então, vejamos!

             Na Grécia antiga, acreditava-se que todo o mundo e todo o cosmo era composto de apenas quatro elementos: ar, água, terra e fogo. Os Pitagóricos (uma sociedade secreta cujos membros se dedicavam ao estudo da Matemática e da Filosofia) conheciam a existência de quatro sólidos geométricos perfeitos - tetraedro, hexaedro, octaedro e icosaedro -, aos quais se associavam, segundo eles, cada um dos elementos componentes da Natureza.

             Ora, acontece que o homem sempre teve necessidade de estar ligado a crenças divinas e de buscar as origens do Universo, tentando encontrar aí suas próprias raízes. Para tanto, ele sempre procurou ordenar tudo que lhe rodeiasse. O homem sempre buscou encontrar um Ser Supremo, que pudesse representar a perfeição, pondo uma ordem na aparente desordem que constitui o mundo. Quando os Pitagóricos descobriram o quinto e último sólido geométrico perfeito sentiram a necessidade de associá-lo a algum outro elemento do Universo. Seguindo suas crenças, nada melhor do que associá-lo com os Deuses, já que não havia mais elementos tangíveis com os quais pudessem estabelecer as suas relações. Este último sólido descoberto foi o Dodecaedro, a quem Platão chamou de "o mais nobre corpo entre todos os outros". Entre os cinco sólidos geométricos conhecidos, o dodecaedro e o icosaedro são aqueles que apresentam mais relações com o número "Phi". A escolha do dodecaedro para representar a ligação com os Deuses parece ter se dado por razões filosóficas e por uma razão matemática simples: enquanto este é constituído de pentágonos perfeitos, que se relacionam fortemente com "Phi", aquele é composto de triângulos equiláteros, que não possuem relação direta com o número "Phi". Chama-se "Phi" ao número 1,618...., encontrado, matematicamente, através de deduções algébricas ou geométricas. Para que possamos chegar, algébricamente, ao valor de "Phi", precisamos partir do segmento abaixo.


            Pelo estudo das proporções, podemos estabelecer que a razão áurea é definida algebricamente como:


             Assim, no livro VI da República, Platão nos apresenta um caminho quádruplo, ascendente ou ascensional, através do qual possamos transitar da sensação e da opinião (dóxa) para a ciência ou o saber (episteme).


             Desta forma, os modos de conhecer, que correspondem aos objetos do conhecimento indicados acima, segundo Platão, são em número de quatro, podendo ser distribuídos (para que possamos melhor compreender) em uma “linha” dividida em duas partes desiguais, na menor das quais situa-se o mundo sensível (o plano da dóxa) e, na maior, o inteligível (o da episteme). Subdividindo-se cada parte em duas, em igual proporção obtém-se: a imagem/cópia (eikasía) e a opinião (pistis ou dóxa), no mundo sensível, e o raciocínio matemático (diánoia) e a intuição (nóesis, episteme), no inteligível. E tal subdivisão tem que obedecer à seguinte proporção: a imagem/cópia está para a opinião, assim como o raciocínio está para a intuição.

Jorge Pi




Bibliografia


BOYER, Carl Benjamin. História da matemática. Trad. Elza Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1974.

CHAUI, Marilena. Introdução à história da filosofia, dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, vol. I.

PLATÃO. A República. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: Universidade Federal do Pará, 1988.

domingo, 1 de abril de 2012

Caminhos Cruzados

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ler Poesia


...De fato,
quando se trata de ler um poema,
não convém "focar"
o "entendimento racional" (tão-somente!);
mas, também, o "sentir" "com" o coração!

Assim,
de repente, o "Belo" é experienciado
não necessariamente como algo oriundo
da parte escrita
daquilo que se chama poema
(seja este, verdadeiramente, poesia ou não!),
mas na conexão apreendida
entre o potencial de expressão
que cabe na medida do que foi escrito
e o necessário refazer poético
de quem toma, corajosamente,
para si, a leitura interior "naquilo" que foi escrito.

Pois a apreensão do Belo
está na genuína "comunicação"
que se instaura no silenciar da razão,
condição "sine qua non",
para que possamos ouvir claramente
a límpida voz do Nosso Coração/Consciência.

Ler Poesia, deste modo,
equivale
a uma verdadeira Iniciação
aos Mistérios de nosso próprio Ser!

Jorge Pi


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Celebração!




Fosse quase nada e nada, em si, seria...

Insaciavelmente, eclodindo, vívidos!
Misteriosamente, persistindo, ávidos!
Somos conclamados à celebração!

Braços que se buscam e se dão abraços...
Lábios que se tocam e se calam, doidos...
Olhos que se flertam e se tornam tantos...
Álitos que, cálidos, são demasiados...

Beijos que se esmeiram em distintas doses...
Gostos que, tamanhos, tonificam faces...
Peles que, em face de tamanha sorte,
Traçam congruências entre corpo e alma.


Jorge Pi

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Um Comentário sobre A Pedra Azul

(Jackson Santos Trindade)



“A Pedra Azul” de Jorge Pi é um livro de muitas leituras e estilos. Pode-se lê-lo como quem lê a bíblia, interpretando parábolas e preenchendo os vazios humanos que exigem a “religação”; como quem observa às escondidas os desajeitados modos pueris do aprendiz que procura imitar seu ancestral; como quem acompanha a descrição da vida que passa; como quem se desprende das coisas e salta para a vida com a mesma leveza do desfazer dos “laços”, “soltos”, ouvindo “linda melodia linda”; como quem lê a poesia da infância de Manuel Bandeira ou a poesia bucólica de Alberto Caeiro – heterônimo de Pessoa. Em “A Pedra Azul” encontramos o ofício poético livre, já que as modalidades de poemas presentes ali sugerem que o poeta experimentou com as formas de compor. No livro, poemas que se pretendem concretos dividem espaço com poemas de formatação tradicional de estrofes, alguns com rimas e bastante musicais, outros sem rima e de poucos versos. Jorge não é um poeta famoso, seus poemas tampouco surgiram de uma pretensão artístico-literária, no entanto o valor de sua obra em termos de uma avaliação sob a perspectiva da literariedade é indiscutível. O uso primoroso das figuras de linguagem, a presença de trocadilhos e desdobramentos anagramáticos e a surpresa que desperta quando faz uso de um sinônimo perfeito ou de uma correlação metonímica ou metafórica em vez de fechar o verso com uma palavra óbvia que o leitor poderia intuir, ajudam a comprovar a afirmação. O poeta joga com as palavras, como se as embaralhasse para depois ordená-las como quer, dando ao jogo e ao resultado final o sentido lógico do ir construindo ao mesmo tempo em que discute a construção. “A Pedra Azul” é um livro que diz muito. Além de rico do ponto de vista literário, o olhar do eu poético sobre a vida, cobrindo o antes do nascer, o crescer e o unir-se na comunhão dos homens e seres, sugere ensinamentos com relação ao convívio entre homem e terra, sem apelos para o altruísmo barato ou força mística desconhecida a que ninguém teria acesso. O eu poético observa o que está à sua volta, aquilo que todos observam sem ver, porém ele sabe interpretar o que vê e traduz tudo na forma de uma sabedoria baseada na simplicidade. Ele não exclui o leitor da experiência por hora transcendental, surreal, ao mesmo tempo real e cotidiana, ele o convida a participar, descobrir e compartilhar a sabedoria que emana '[d]A Pedra Azul'”.

 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sarau d'A Pedra Azul - (Aniversário do CEMB - 24/11/2011)



 No Sarau d'A Pedra Azul...
Jorge Pi...25 anos depois, no mesmo local onde seus poemas foram escritos... Parabéns, Murilo Braga!

Jackson Trindade, declamando um poema do livro A Pedra Azul de Jorge Pi.
 Natan Carvalho...Musicou e Cantou o Poema Introversão, no Sarau d'A Pedra Azul.
Natan ... Carol ... Tenório ... Vivi ... Jackson -

Homenagem à Prof.ª Terezinha Correa por ter sido a motivadora da Pedra Azul há 25 anos atrás, na qualidade de professora de Jorge Pi.
Pose após o término do Sarau d'A Pedra Azul.



SAMARA PEIXOTO, em 25/11/2011, comentando no FaceBook:

"Ontem fui ao Sarau do livro A Pedra Azul do poeta Jorge Pi no auditório do CEMB. Uma experiência e tanto! E o melhor de tudo: encontrei jovens atores organizados num grupo que costuma juntar música, teatro e poesia em suas apresentações... E aqui mesmo em Itabaiana. Fiquei maravilhada! Estou ainda muito feliz. Espero poder vê-los mais vezes, e trabalhar futuramente ao lado de vocês fazendo essa pequena, porém infinitamente importante, fagulha de cultura, crescer e incendiar muita gente. Feliz de ter conhecido esse pessoal, a Tereza Cristina, Joge Pi, Carol Rezende, Natan Carvalho Dos Santos, Kelly Regina, Rogerio Tenorio de Azevedo, Wanderlei Menezes e todos mais..."

Fotos: http://www.capitaldoagreste.com.br/fotos.php?id=39


Muito Obrigado a todos,

Jorge Pi

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Bela foto de Robério Santos: Pombos na Praça da Matriz de Santo Antonio e Almas de Itabaiana/SE

 Evidenciar a dignidade alheia,
muitas vezes exige de nós a humildade de, aparentemente, rebaixarmo-nos, dada a fragilidade que reveste expectativas equivocadas e preconceituosas em nosso senso crítico quotidiano... E, no entanto, de repente, vemo-nos enlevados a altos píncaros de sensibilidade e estupefação por, tão-somente, permitirmo-nos ser, simplesmente, testemunhas
e nada mais...

- Jorge Pi -

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

E foi lançada A PEDRA AZUL...




E em Lindo Espaço foi lançada A PEDRA AZUL...
E em Difusa Tragetória se Propagou...
E em Lindo Prisma Coletivo se Difratou...
E em Sessenta Prometeus se Dividiu...
E em Virtude de Ser Tantos de Uma Vez,
Há Esperança de em Mais se Dividir...
Que, então, Seja, a sua Sina, mui Suave...
Mas que não Seja a Suavidade a sua Fraqueza...
Que se Transforme em Leve Brisa em Asa d"Ave
A Sustentar Aérea Rota em prol da Meta:
Ser Lida... Ser Refletida... Ser Concluída...
Qua Poesia é Algo-Grandiosidade...
Que não se Basta na Tosca Escrita em um Papel...
Papel Real a Abarcar a Poesia
Se encontra longe... muito longe... no Alento d'Alma!

Jorge Pi

domingo, 16 de outubro de 2011

Lançamento d'A PEDRA AZUL na Bienal 2011


É com imensa alegria que comunico a todos o lançamento, na BIENAL 2011 (dia 29 de outubro de 2011, em Itabaiana/SE, na Associação Atlética, das 07 às 17 hs), do meu promeiro livro: A PEDRA AZUL.
          Escrito nos meus adolescentes anos de aluno do Ensino Médio (antigo 2º Grau) do Colégio Estadual Murilo Braga, este querido livro sempre teve, na verdade, o intuito de buscar a perpetuação de uma particular experiência de déjà vu pela qual passei num lançar o olhar em uma das inúmeras folhas verdes de uma imensa e frondosa árvore localizada em frente à minha sala de aula, no pátio da Ala "A" daquela instituição de ensino.
          Por detrás de uma simples experiência como aquela de fitar uma pequenina e insignificante folha de uma árvore qualquer... isolada, inadvertida e absortamente... não poderia sequer supor que, diante de mim, iria se descortinar uma inesperada reação em cadeia de associações e abstrações de teor reflexivo tamanho que, de repente, por horas a fio, depois dias, depois semanas, depois... eu me aperceberia simplesmente modificado em minha visão de mundo e em minha relação com o SER HUMANO, numa perspectiva de herança e de continuidade, nas quais se deve atentar para um certo senso de trajetória alinhada em uma congruência insuspeita na corrente aparentemente áspera e incorrigivelmente desconexa que constitui a natureza e dinamicidade da Vida no Planeta Terra, nossa casinha-nave-mãe que, tão generosamente, transporta-nos nesta Grande Viagem Cósmica a procura d'Algo, a respeito do Qual não sabemos ainda... mas que somos vocacionados a fazê-lo tão naturalmente como o acontecer inevitável do brotar duma semente em sua instância absolutamente irreversível de se desdobrar em crescimento.
          Sendo assim, passados mais de 25 anos de "brotada" de mim, A PEDRA AZUL vem a público de forma despretenciosa, porém, com uma imensa necessidade de acontecer em sua justa e precisa razão de ser como um pequenino livro de poesias para ser lido pelo lado criança do leitor-poesia. Não, criança, enquanto infantil-idade, mas como ponto-de-partida para questionamento, espanto e curiosa-idade a respeito "do que somos, d'onde viemos e para onde vamos"...
             Espero, então, vê-los por lá na:
       

Um grande abraço!!!

Jorge Pi



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Abaixo, repercuções desta Postagem no Facebook e no Facebook_1



Robério Santos:
Bienal 2011
Maria do Carmo Costa:
Jorge Pi,já perguntei a TC e ela não soube me dizer.O Pi no seu nome vem de PInheiro, do Pi ( 3,1416...) da Trigonometria ou é tipo " quando eu ia na sua casa estudar com sua irmã TC você era Pi nininho"? Ou é outra a origem? De qualquer forma ficou, bem bonito,sonoro,original,principalmente pra quem lida com arte e consequentemente com público,foi muito bem sacado.Parabéns!
Parabéns, cabra. PP:.
Gostei do trecho que solicita ao leitor de poemas que o faça com o roração... eis: "A PEDRA AZUL vem a público de forma despretenciosa, porém, com uma imensa necessidade de acontecer em sua justa e precisa razão de ser como um pequenino livro de poesias para ser lido pelo lado criança do leitor-poesia. Não, criança, enquanto infantil-idade, mas como ponto-de-partida para questionamento, espanto e cuiosa-idade a respeito "do que somos, d'onde viemos e para onde vamos"..."
Um exemplar é meu TC, eu não estarei presente mas minha sobrinha Tamara Xavier vai .Eu vou pedir pra ela trazer.
 
Maria do Carmo Costa:TC do céu! Que redação que tem esse menino !Tal irmã, tal irmão!
 rsrsrs obrigada! então, tô vendo que o livro promete, não é?

Maria do Carmo Costa:
Promete sim. Tá no DNA.Vai ser o 1º de muitos, tenho certeza.

Deus te ouça, amiga!

Errata: relendo o meu texto, percebi dois errinhos de cata-digitação (rsrs), os quais, de pronto, já os corrigi no Pi Nininho, quais sejam: onde se lê "...semente em sua instãncia...", leia-se "...semente em sua instância..." ("instância", com acento circunflexo) e, onde se lê "...espanto e cuiosa-idade a respeito...", leia-se "...espanto e cu(r)iosa-idade a respeito...".

Olá, Maria Do Carmo Costa! Muito obrigado pela confirmação da aquisição d’A PEDRA AZUL!!! É a primeira manifestação expressa! Pelo menos, um exemplar irei vender (rsrsrs). Brincadeira...

Maria Do Carmo Costa , minha irmã me falou muito bem de você. É sua amiga de infância, não é? Pois bem, Jorge Pi é meu ‘nome artístico’... Pode parecer estranho para todos os que me conhecem como “bancário da CEF”, mas, o fato é que existe um ‘artista’ em mim que solicita espaço para se manifestar em minha vida. Na verdade, é meu ‘Dharma’ que insiste em namorar o meu ‘Carma’ e este não ‘dá bola’, entende! Então, como o Pinheiro das turmas do Murilo Braga, nas quais haviam mais Jorge(s) e eu teria que ser diferenciado... o atual “Pinheiro da CAIXA” está sempre em evidência... aparece... e o JORGE PI fica oculto... de ‘banho-maria’... à espera, à espera, à espera... Mas, à medida que o tempo passa, surgem, de vez em quando, pequenas manifestações do meu Dharma, entre algum ou outro cochilo do meu Carma... e, assim, vão nascendo poesias... músicas... o blog Pi Nininho... etc... Até, que surgiu este ‘Grupo Itabaiana Grande’ e resolvi criar coragem e publicar A PEDRA AZUL... Ah! O ‘Pi’ surgiu assim: um belo dia me veio às mãos um LP de minha irmã. Era o “Vaca Profana” de Gal Costa. No “encarte”, contendo as letras das músicas, constava abaixo da letra de Caetano Veloso (Vaca Profana) um pequeno glossário de alguns termos contidos no texto, dentre eles “...pi, pau, panks...”. “Pi”, dizia o glossário, é PINHEIRO, no Catalão, um idioma da Catalunha (região autônoma situada no nordeste da Espanha, na Penísula Hibérica)... Aquilo simplesmente ressoou como um eco dentro de mim... Senti uma afeição tão grande àquelas palavras e, curiosamente, à própria região da Catalunha (como uma palavra - até então, desconhecida para mim - bem como uma região estranhamente familiar - sem que eu nunca ali estivesse ou conhecesse em minha vida de JORGE LUIZ PINHEIRO SOUZA, ceboleiro, filho de ‘Seu Bebé’ e de ‘Dona Maria’, irmão de ‘Bibi’ e de ‘Didinha’). O fato é que foi eleito o “Pi”, em substituição ao Pinheiro, a ser usado após o Jorge, não por vergonha de minhas origens familiares, mas como um re-batizado como o fazem os religiosos que mudam de nome para evidenciar a própria vocação na vida. Ademais, quanto ao “Pi trigonométrico” e ao “Pi Nininho”, devo dizer que você acertou em cheio! Gosto de escrever o Pi, como uma homenagem a Pitágoras, mas, na forma da letra minúscula do alfabeto grego, como se fora um sempre 'aspirante' a ser um seu distante discípulo, apesar de que o PI fora um grande escândalo para os pitagóricos que o sucederam, vindo mesmo a por um fim na Escola Pitagórica (Pi, enquanto um número irracional que punha em cheque a teoria da Harmonia Universal do número de ouro “fhi” do Grande Mestre Pitágoras). E o “Pi Nininho” é, simplesmente, o pequenino espaço cibernético de manifestação das “travessuras” do meu Dharma: o 'Pensatorium de Jorge Pi'. No mais, desculpe-me se fui prolixo. É isso!


Só isso! rsrsrs


OK ,Jorge Pi, tá explicado.Foi pura curiosidade minha.Você deve ter lido o meu comentário.Eu só falei elogios ao seu nome artístico.De coração, é um nome muito sugestivo.E eu acho o nome muito importante para que uma coisa(tipo um comercio) ou uma pessoa( tipo um artista)dê certo.Um nome bem escolhido tem o poder de ajudar ao seu dono a fazer sucesso.Um mal escolhido impede o sucesso.O seu é o 1º caso.Desejo-lhe sucesso com o seu 1º livro e que venham muitos outros!O mesmo carinho e afeição que tenho por sua irmã TC estendo a você.Como já falei te conheci pequenininho, você e seu irmão Luis Eduardo sempre foram a paixão de TC.Vocês formam uma família linda.Seu pai, Seu Bebe,um exemplo, D. Maria sua mãe uma fortaleza.Gostava muito dela.Com certeza está ao lado do Criador.Sem mais um abração.Carminha.

João Eudes Resende:

Querido amigo Jorge Pi, como faço para adquirir um exemplar do seu livro?

Olá, Joao Eudes Resende! Só será vendido a partir de 29 de outubro de 2011, na Bienal 2011 (neste dia, pelo preço de custo: R$ 15,00). O valor normal será de R$ 20,00. Deverei deixar na "UniLaser Livraria", com certeza, além de em outros lugares que divulgarei posteriormente. Também deverei colocar em um site na WEB. Infelizmente ainda não posso disponibilizar, a não ser a partir da Bienal 2011. Um grande abraço. Seu amigo JORGE PI.   

domingo, 9 de outubro de 2011

Canção de Natal





Canção de Natal
                         ( Jorge Pi )


Bem-vindo, pra sempre!
Nós te amamos, Deus-Menino.
Tu vens de onde a Vida
Foi, um dia, Arquitetada.
Tu vens pela Paz,
Tornando capaz de haver o Amor entre nós.

Ó Luz, que nos afasta as trevas;
Bem, que nos concede a Plenitude Eterna,
A Graça Eterna, a Vida Eterna, a Paz Eterna.

Sol que, suavemente, infunde cor de Paraíso
Sob o olhar de quem se faz Merecedor.


       Ter vontade de tornar
       o mundo bem melhor
do que nos entregaram
é o que inspira, em cada homem, no Natal,
a Voz do Coração achar-se a sussurrar:
“...Amai-vos uns aos outros!”

Composição Musical de Jorge Pi (Jorge Luiz Pinheiro Souza).
N.º Registro da Obra: 505244, em 24/08/2010 -- In "GERMINAR E OUTRAS - 69 (SESSENTA E NOVE) COMPOSIÇÕES" - Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro/BR).

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Simplesmente Linda!



 
 
Onde Deus Possa Me Ouvir

- Composição: Vander Lee -


Sabe o que eu queria agora, meu bem?
Sair, chegar lá fora e encontrar alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também
Que me oferecesse um colo, um ombro
Onde eu desaguasse todo desengano
Mas a vida anda louca
As pessoas andam tristes
Meus amigos são amigos de ninguém

Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior
Pra entender por que se agridem
Se empurram pr´um abismo
Se debatem, se combatem sem saber

Meu amor
Deixa eu chorar até cansar
Me leve pra qualquer lugar
Aonde Deus possa me ouvir
Minha dor
Eu não consigo compreender
Eu quero algo pra beber
Me deixe aqui, pode sair

Adeus.