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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Poderia...

Poderia morrer, agora, pois tantas foram as bênçãos recebidas até aqui! Poderia morrer, agora, pois tanto fiz quanto recebi atos de amor! Poderia morrer, agora, pois nada do que veio esteve isento de sentido! Poderia morrer, agora, pois tantas foram as vezes que me alcançou, a Graça! Poderia morrer, agora, que sei, por certo, ter vivido vívido! Poderia morrer, agora, pois tantas lembranças me afagam o espírito! Poderia morrer, agora, pois são tantos mestres a me ensinarem tanto! Poderia morrer, agora, pois há mais sorriso do que pranto, em mim! Poderia morrer, agora... Poderia, não! Deveria! Aliás, eu devo sim continuar morrendo para experienciar meu Viver, sem fim!

- Jorge Pi

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

A Chave

A Unidade é o que nos salva deste incomensurável turbilhão de aparente separatividade. Conexão Interna é a chave! No Múltiplo, oculta-se o Uno. Nascer e Morrer são o mesmo Portal. A perspectiva é que difere. No primeiro, o Múltiplo é o enfoque. E, com ele, o cansaço e a solidão... No segundo, a Luz Incriada nos Acolhe e nos Afaga e nos dá a mais doce e inefável Compreensão! E, de Graal em Graal, a Vida Avança e nos amansa, na Plenitude do Despertar para a Realidade da Imensidão do Amor!

- Jorge Pi

A Meta

Todos nós percorremos uma estrada pavimentada por nossas próprias escolhas e ações, na vida. Tudo serve de aprendizado e aperfeiçoamento. A meta é nos aproximarmos mais e mais da Grande Lei. Nunca nos caiba julgamentos, mas solidariedade! Sempre estejamos atentos e vigilantes para fazer da Oração o grande bálsamo que dissolverá a frieza e a aspereza das Dores do Mundo. "Fé, Esperança e Amor" sejam, sempre, nossos lemas!

- Jorge Pi

Crepúsculo

E anoitece... Leve frescor de nostalgia nos afaga. A dureza e a aspereza dos embates da vida dão uma pausa e se estabelece, tácito, um acordo implícito entre o não-ser que nos tolhe e o querer ser que nos salva. E acompanhamos o girar do planeta reverenciando a possibilidade de que sonhos auspiciosos nos encaminhem àquelas paragens nas quais o que mais importa é brilhar, mesmo que por um centésimo de centésimo de um gargalhar abafado... É que, só quando a verticalidade se aninha em nossas horizontalidades banais, realiza-se, em nós, todo o sentido da vida, demasiada fugaz!

- Jorge Pi

Parar, pra quê?!

Lembrar é causticante; esquecer, uma benção. Esquecer é transdobrar lembranças; lembrar: desdobrar. Desdobrar, revela; mas revelar, oculta. No trilhar caminhos tantos, o que os pés precisam é do revezar. Revezar fomenta o ter que caminhar, pois caminho é meta, mais do que chegar. Chega, caminhemos! Pois, pra quê parar?!

- Jorge Pi

Feira

Gosto de ir à feira. É um pequeno mar de vibração nervosa de um povo que luta pra sobreviver na vida. É como entrar numa mata composta de árvores humanas. Há os perigos e incômodos de nos defrontarmos com os aspectos reptilianos regionais. Mas o respirar a corrente anímica dilatada na confluência da egrégora mercantil dos nossos irmãozinhos encarnatórios, justifica tal mergulho solidário e fraterno. As bancadas de frutas, verduras e legumes dos supermercados e frutais são frios, em demasia, no que diz respeito ao requisito HUMANIDADE!

- Jorge Pi

Coisas

Coisas são profundas... As relações entre elas é que não. Coisas são coisas. Não... Coisas não "são" coisas. Coisas "estão" coisas. Por que coisas podem deixar de existir como coisas. Coisas só são coisas quando não cabem em outras coisas. Aí, nesta sutil condição ontológica de "não-cabimento" é que reside a precisa indefinição das coisas. E é justamente na indefinição que se precisa buscar a real natureza das coisas. Pois as coisas não são quaisquer coisas. São, elas próprias, um emaranhado de coisas que não é possível simplesmente mensurar, com honestidade. É isso... É no princípio da honestidade que reside uma provável definição das coisas. Sim. Por que as coisas não podem ser "e" não ser coisas. Ou são, ou não são. E a noção do Princípio de Não-contradição é o que mais nos aproxima da real natureza das coisas. Mas uma aproximação tímida. Longinquamente tátil. Necessariamente cognitiva. Absolutamente mental. Mental, no sentido de que as coisas pensam. E pensar num sentido de queda. De pensar, enquanto pender. Pender de uma forma para outra. Pender de um lado para outro. Na mais delicada adequação que existe entre as coisas e elas próprias. Assim, por que as coisas pendem, elas tendem a continuar pendendo, independendo do propósito aparentemente estacionário da razão de ser das coisas mesmas. Coisas não são coisas. São o movimento das coisas em perene busca de um entendimento coisal que realize o ideal de simplesmente serem coisas. Que coisa!

- Jorge Pi

Sofrer

Sofrer é receber de volta aquilo que foi, por nós, lançado pro mundo. É que o mundo entende de brincar e não quer nunca nos deixar de fora da brincadeira!

- Jorge Pi 

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Exaustão

Ter ou não-ter: eis a exaustão! 🤔

- Jorge Pi

Gente Ilesa

Gentileza gera gente ilesa. 😉

- Jorge Pi

O Foco

A verdade é uma pequenina chama. Pode ser facilmente abafada ou desencadear um devastador incêndio florestal. Mas, o Princípio do Fogo jamais poderá ser extinto. O foco é o Princípio e não sua manifestação; seja ela frágil ou forte.

- Jorge Pi


A Unidade

A Unidade é o que nos salva deste incomensurável turbilhão de aparente separatividade. Conexão Interna é a chave! No Múltiplo, oculta-se o Uno. Nascer e Morrer são o mesmo Portal. A perspectiva é que difere. No primeiro, o Múltiplo é o enfoque. E, com ele, o cansaço e a solidão... No segundo, a Luz Incriada nos Acolhe e nos Afaga e nos dá a mais doce e inefável Compreensão! E, de Graal em Graal, a Vida Avança e nos amansa, na Plenitude do Despertar para a Realidade da Imensidão do Amor!

- Jorge Pi

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Participação Afetiva

Devemos mergulhar no humano, em nós, a despeito de todos os "nós", em nós e nos outros, para emergirmos mais humanos ainda. Humanificados, os outros serão uma inusitada forma de serem os outros, sendo nós mesmos, por solidária participação afetiva.

- Jorge Pi

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Oh!

Oh! Voz daquilo que Somos, dai-nos o despertar, naquilo que parecemos ser, para que o que pareçamos estar sendo possa vir a ser de fato a representação fiel daquilo que verdadeiramente Sejamos!

- Jorge Pi

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Vaga Disposição...

A Felicidade é uma vaga disposição para preencher as "vagas" existentes entre cada pequeno motivo de se estar feliz. Uma vaga disposição... Mas, sem ela, os pequenos motivos se distanciariam, mesmo estando insuspeitadamente próximos, uns dos outros.

- Jorge Pi

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Le bon sens...

Bom senso é assim... Tanto quantum! Quanto tanto! Quão tu... Tão quão tu. Ou, tanto quanto... Tão pouco, no entanto... Dê cá a arte!

- Jorge Pi

Um pouquinho de cebola dans la musique française...




Bonjour Sourire (Henri Salvador / P. Tarcal)

Adieu tristesse, bonjour sourire.
L'amour se donne, la vie sourit.
à ceux qui l'aiment comme une amie.
Alors sans hésiter à la vie je dis bonjour,
je dis merci à l'amour.

Pour éclairer un ciel trop gris,
pour cueillir un bout de printemps
il suffit dans la vie
il suffit bien souvent
de dire adieu tristesse, bonjour sourire.

Pour donner de loin un baiser
une caresse déguisée
il suffit dans l'amour
il suffit tous les jours
de dire adieu tristesse, bonjour sourire.

J'ai pris l'amour par un baiser
J'ai fait un sourire à la vie
alors sans plus tarder, un grand amour m'a dit oui
enfin la vie m'a souri

Pour éclairer un ciel trop gris,
pour cueillir un bout de printemps
il suffit dans la vie
il suffit bien souvent
de dire adieu tristesse, bonjour sourire.

Pour donner de loin un baiser
une caresse déguisée
il suffit dans l'amour
il suffit tous les jours
de dire adieu tristesse, bonjour sourire.

Mirdad

Mirdad fala. Mas, em verdade, o Todo é que Fala, por intermédio do falar de Mirdad. Ouçamos, atentos, o que Mirdad fala! Ou melhor: permitamos que o Todo o Ouça, por intermédio dos nossos ouvires. Assim, um fluxo e refluxo de ouvir e falar entrará em sintonia com o Ouvir e o Falar do Todo!

- Jorge Pi


Excalibur

Excalibur é, na verdade, uma chave! A espada é o Princípio da Vontade. Se bem utilizada, pode nos levar ao Graal da Compreensão!

- Jorge Pi



Minha casa...

Minha casa passeia por bosques inimagináveis!
Ela é minha chance de investir em mim mesmo e eu me deposito, incondicionalmente, nela.

- Jorge Pi

domingo, 14 de outubro de 2018

O Passado

O passado é todo o futuro que não se faz presente!

- Jorge Pi

O Que Me Faz Bem

O que nos faz bem? O que nos tranquiliza a natureza? O que é nosso de verdade, com tal intensidade que nunca, nem ninguém seria capaz de tirar de nós? O que nos capacita a sermos plenamente o ser humano que somos, em verdade, dissociados de todas as máscaras que mais nos escondem do que nos identificam? O que seria capaz de nos tirar do eixo e nos fazer levitar em pleno ar, pela simples razão de nos suprir da leveza suficientemente necessária para realizarmos os nossos mais acalentados sonhos de infância? Na resposta a estas questões, reside o substrato daquilo que podemos definir como meio de atingirmos o que muitas vezes pensamos ter encontrado e que, de repente, escapa, uma vez que sempre estamos buscando fora e não dentro de nós mesmos.

- Jorge Pi

A Porta é Aberta

A porta é aberta. E, de dentro, surge, impávido. Algo sem se fazer identificar, por completo. De uma imagem obnubilada e translúcida. Mas um reverberar límpido e contundente não nos remete à menor das dúvidas. É a imutável mutabilidade das coisas que se faz manifesta e se nos dá, em contrapartida ao simples ato de acionar, giratoriamente, a maçaneta da porta, que, em seguida, é aberta. Fiquemos atentos, pois.

- Jorge Pi


Ouvir Bach

Ouvir Bach é como se posicionar no epicentro de um gigantesco furacão. Tudo ao redor se move freneticamente, em uma vertiginosa exacerbação de lucidez imaginativa e, nós, no meio, somos convidados a descobrir o verdadeiro sentido da expressão Em Paz Profunda!

- Jorge Pi


Novos Tempos?


Novos tempos. Não os vejo com julgamentos. Quem sou eu! Cabe-me o voto. Militância? Para quê? O que sempre percebi foi um vertiginoso excesso de "direitos", na Constituição de 1988. Deveres? Sufocados por tantos direitos. Direito é bom? Sim. Porém, se ladeado com sua simétrica cota de dever, muitas vezes relegado, negligenciado, ignorado. O que nos resta de certeza é que a História é cíclica, num sentido ascendentemente espiralado. E quanto ao desenrolar de fatos, atos anteriores sempre são as causas primeiras.

- Jorge Pi

sábado, 29 de setembro de 2018

Ser e Ser Visto

Ele passa, pára, olha e vê! Vê o que nunca imaginara poder ver, um dia. Atenta no menor dos pormenores. Calcula as frações e os fractais. Tais são certas conjeturas que o alcançam em um relance: será possível que o improvável lançara mão do inusitado? E lhe ocorrem mil pensamentos; mas um, apenas, é o sentimento: dada a ternura com que ele vira, vê-se que, afora seu breve espanto, tudo é tão claro e muito oportuno. Comporta sabê-lo... Que mais nada importa. Em porta que se abre só cabe abri-la. Não caiba o fechar-se, mas somente o abrir-se. Abrindo-se, pode-se se olhar e se ver. É que ele passa, pára, olha e se vê no que é visto. E o visto que, à vista, é olhado e bem visto o veste e se veste de ser e ser visto.

- Jorge Pi

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Bendegó de Uauá

Uauá não é um nome... É uma vocalização! Um Mantra!
Significa Pirilampo, Vaga-lume. Pisca-pisca natural! Lamparina biológica que projeta luz fotoquímica a sutilizar um pouco a escuridão das noites.
Uauá é também um município baiano que fica vizinho a Monte Santo, terra adotada por Conselheiro.
Em Uauá há um povoado chamado Bendegó. Pois foi justamente lá que se aninhou uma Pedra vinda do Espaço e que ora se encontra no incendiado Museu Nacional do Rio de Janeiro.


É impressionante!
Trata-se de uma efervescência de história!
Há, de fato, algo de luminoso nas bandas das Terras dos Vaga-Lumes. O trajeto de um meteoro fincou raízes lá! E nada acontece por acaso, não é mesmo?!
Os artistas locais bebem deste sentimento cósmico. Sendo assim, Uauá tem, de fato, uma aura especial de luz pirilâmpica das estrelas...
Ela foi agraciada por um evento cósmico! Uma negra pedra de metal que não esquenta com o calor dos raios solares! E tendo sido levada por D. Pedro II para o Museu Nacional do Rio de Janeiro, parece que o meteorito foi umas das poucas peças que sobraram, no infeliz incêndio de data recente.
Em nossas pesquisas, encontramos este lindo poema cinematográfico:


Talvez o meteorito seja uma dádiva poética e não um mero incidente sideral. Será que já havia pirilampos, antes dele cair em Uauá?! Não seria, ele próprio, um Imenso e Encantado Pirilampo, adormecido e misteriosamente impávido, em meio à terrível destruição ígnea ocorrida no Museu de todos nós? Como se fosse uma insuspeita fênix a concentrar em si toda a memória cremada, transmutada e, não, perdida! Toda a nossa memória em uma pedra férrea caída dos céus!

- Jorge Pi



Bem-aventurados...

Bem-aventurados os que conseguem cultivar a Amizade Verdadeira, pois são chamados ao convívio do Amor Verdadeiro!

- Jorge Pi

Carência e Plenitude

Aí a carência é abundante e só resta abraçar a Plenitude da vacância exacerbada. Pleno, o amplexo abunda em saciares insuspeitavelmente generosos. E, tudo isso, tão-somente, em um fechar e abrir de olhos calmos...

- Jorge Pi

O Medo e a Amizade

O medo abraça a amizade. Resultado: uma inevitável inversão de papéis. Assim, a amizade se torna integralmente temerosa e o medo um inusitado e visceral amigo. Metus-amicus passa a ser toda a realidade, enfim. Então, após o irremediável ter havido, resta um problema: como amar sem temor se se teme o amar?

- Jorge Pi

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Karma

E se Carma fosse apenas a mulher do Carmo?!!! Carminha e Carminho poderiam ser seus filhotinhos!!! 😊

"Mair", não!
Carma é Karma, "mermo"...
E ele pede apenas "carma", de "nóis"! 😉

- Jorge Pi

Armazém

Há armazém armazenando ar mais zen... Ah! Mas, sem ar! Mais em arma zen... Há mais: sem armazém... Ar, mas sem armas, hein!!! 😊

- Jorge Pi

Chave-Mestra

Adequarmo-nos ao que verdadeiramente aspiramos de nós mesmos exige certa afeição pela turbulência e pelo desconforto. No entanto, nada há de mais libertador! Correntes e trancas nos tolhem e nos delimitam. Mas nós mesmos somos a nossa própria Chave-Mestra. Basta querer! Basta, querer?! Basta, querer!

- Jorge Pí

Sementes de Anjos

Há sementes de anjos em meu jardim. Elas esperam, esperam... por mim. Eu as remeto a um esperar sem fim. Anjos me ajudam a proceder assim. E, em cada semente, há um Querubim. Em cada esperar, uma força afim. Meu proceder é perene, sim: lanço um pozinho de Pirlimpimpim! 😉

- Jorge Pi

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O Que Viemos Buscar no Mundo...

"O que viemos buscar no mundo..."! E "o que viemos buscar no mundo"? O próprio mundo. Mas, o mundo é mais do que o que parece! Há um mundo dentro do mundo. O mundo dentro do mundo é o que viemos buscar... no mundo!

- Jorge Pi


Re-banho

"Re-banho" de pedras a mugir e desdobrar o que nem se quer se pôs a dobrar: aquosas pedras fractando em ondas quiméricas de um concreto sonhar...

- Jorge Pi


Na Cadência da Eternidade

Meu coração se dilata e abarca a extensão das gerações que não vivenciou... E uma estranha SAUDADE saltita e se apossa do meu ser! Saudade de quê?! Se eu não vivi... Mas, de repente, compreendo: vivi, sim! Na potência dos arquétipos que, atemporais, dão de comer a todos nós, atemporalmente, na cadência da Eternidade!

- Jorge Pi

Limitação

Li: imitação.
Li imitação?!
Limitação.
Limite da ação iminente, eminentemente militante da instância do lamentar.
Mas lamento pode ser um mito.
E mito imita a ação-limite que delimita o lamentar.

- Jorge Pi

O Homem Cansado...

O homem cansado parou para observar o que havia lhe reservado, a vida. Viu o tanto que teria sido possível, caso o provável tivesse sido focado. Observou o quanto redundara em inútil, tudo aquilo que se demonstrou sem propósito. Constatou que a meta teria sido atingida, caso a mira apontasse a chegada. E o homem cansado sentou. Pôs as mãos sobre o rosto e chorou. Chorou, qual criança ele era. E suas lágrimas rolaram em sua face. Não por ter errado - quem não erra? Mas porque errar, sem querer, reverbera. E, a cada momento de erro, um acerto há de ser convidado...

- Jorge Pi

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A Felicidade

A Felicidade é uma pluma deslizando no ar...
Sempre.
Soprar de leve...
Com força, cansaço vem.
E ela cai.

- Jorge Pi

A Força e a Belaza

A força da mulher está em sua beleza. A beleza do homem está em sua força. Naturalmente, levando-se em conta, sempre, que não se deve dissociar jamais o Princípio da Força na Beleza, bem como o da Beleza, na Força. Aliás, o mundo precisa da Beleza e da Força SEMPRE de mãos dadas!

- Jorge Pi



domingo, 19 de agosto de 2018

Okê Arô!


"Guerreiro de uma única flecha!" Guerreiro pacífico, que não desmembra, nunca, sua flecha de seu arco. Determinação, tenacidade e propósito. Ele próprio é sua flecha, perenemente projetada, através de seu arco, que também é ele mesmo. Arquétipo único e indivisível: o Arqueiro, o Arco e a Flecha! Inteireza é sua característica fundamental; ubiquidade, seu dom primordial. Oxossi, assim, é o Senhor do Aqui e Agora, liberto das amarras de Maya, num majestoso estado de Poder, impavidamente repleto de uma suspensão contemplativa a irradiar, ininterruptamente, Inspiração, Esperança e Prosperidade! ✨🙏🏻✨🏹

- Jorge Pi

Não-Presença

Na ausência, a presença de um vazio... Vazio cheio de "não-presença" que, silenciosa, manifesta-se em um rodopiante querer ser testemunha da vontade, ela mesma, enormemente não consumada!

- Jorge Pi

sábado, 18 de agosto de 2018

As Time Goes By

Bela música, belo filme, bela época, por certo! De fato, o mundo perdeu o romantismo. Não somente eu, que perdi. Aliás, eu mesmo nem cheguei a perder. Quem nunca experienciou, é nada mais que um ignorante. E ignorar nos faz ter um sentido diferente daquilo que se ignora. O ignorado não existe para quem ignora. Não, um ignorar como desprezo pelo que quer que se queira descartar. Pois, descartar é, tendo conhecido, eliminar. Mas, ignorar, no sentido de, tão-somente, 'não conhecer'. Sendo assim, a atual geração, na qual estou me incluindo (apesar de não mais ser bem da atual geração), não pode dizer que perdeu aquilo que nunca teve. Mas, curiosamente, veio-me um tanto de misteriosa saudade e desconcertante melancolia, ao assistir a esse vídeo. Como é possível se 'ser "e" não-ser' de uma época? Velho? Talvez é o que eu seja e não o saiba, por ter sido iludido pelas travessuras do deus Chronus, que me fincou em uma parte do tempo que, decididamente, não me representa. Sou, então, um ignorado ignorante da própria ignorância de não ser cabível em minha própria época? Não sei... Mas, que minha alma errou de geração, disto nunca tive a menor dúvida!

- Jorge Pi


Moda

Moda. Modalidade. Expressão modal. Modelar... Moda e lar. Moda é lar?! Moda veste; moda despe. Despojar e investigar: modelar, remodelar... Modo moda de vestir: pertencer, socializar. Modo moda de despir: subverter, desmoronar. E dos escombros que restam frágeis, reconstruir: revigorar!

- Jorge Pi

Vi

Vi o seu face curtindo o meu face...
Meu face curtiu o curtir do seu face.
Perfis perfilando contato remoto.
Remota, remonta, com tato, um contato... 🙂

- Jorge Pi

domingo, 12 de agosto de 2018

A Gosto

Há gosto em agosto de estar bem a gosto.
A gosto, de um gosto gostoso: tira-gosto!
Degusto com gosto!
Desgosto, pra quê?!
😉


- Jorge Pi

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ondas...

                                                                                                                                             Toni Fernandes (80x60cm a/s/t)


Que as ondas venham!
Mas, de tão tímidas, só dão um "oi!"...
E, então, retornam... 
E vão e veem, e voltam e voltam.
Assim, parece que voltar é toda a meta!
Voltar, em volta da ideia de perenizar.


- Jorge Pi

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Rsss

Vegetal.
Vega e tal!
Veja: o tal.
O talo verga pra lá e pra cá.
Pra cá, verga, alado, e volta pra lá.
Pra lá e pra cá, pra lá e pra cá...
Vaga vaga, vagando vogal: uau, uau, uau! Rsss

- Jorge Pi

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Sejamos de Nanã!



Esta música...
Linda!
Sempre achei.
Nanã é um dos Orixás...
Ela representa os Princípios de Nascimento e Morte.
A morte é sempre temida, mas, na verdade é um novo nascimento. Chora-se, por causa dela.
E o bebê chora...
Senão, não sobrevive ou irá ter uma vida difícil.
As lágrimas estão relacionadas a Nanã!
Lágrimas são de água e sal.
Então a felicidade e a tristeza se abraçam, em Nanã.
Assim, abraçarmos Nanã é o mesmo que dizermos: Assim Seja!
É incrível como há tanta beleza e verdade na herança cultural yorubá e, no entanto, a sombra do preconceito teima em tentar aniquilá-la. Deveria, sim, ser foco de estudo nas escolas. Na disciplina Religião.
Engraçado...
Religião vem do latim...
Religare
Mas, parece que perdeu o sentido original...
Sejamos, sim, de Nanã!
Salve, Nanã!
✨🙏🏻✨

- Jorge Pi