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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Flor de Mangabeira...


Flor da MANGAbeira
Abeira o manguezal,
À beira de uma mangueira
Que plantei na capital!

- Jorge Pi -

(Peço licença a Neide Maria Souza Carvalho, pela foto)

sábado, 26 de setembro de 2015

Fortes Ventos...

Fortes ventos que ressoam em harmoniosa convulsão na inesperada curva dum espaço interior herdado e não assumido, de tão sacralizado em valoroso nincho esculpido em preciosa rocha bruta, a ser lapidada nalgum pretérito futuro!

- Jorge Pi

O Jardim de Sofia...








domingo, 20 de setembro de 2015

Livro

 

Livro:
espelho ao espelho dos olhos de quem, viajando no fenômeno do ler, de repente, vê-se sendo lido por inesperada novidade que, de latente, transforma-se em manifesta revolução de letras que se fazem palavras e se põem a Dizer:
tu também és um livro:
toma-me:
leia-te!

Jorge Pi

domingo, 31 de maio de 2015

"Não Esqueçam que o Mais Profundo é a Pele" (Paulo Emílio Sales Gomes)

Há camadas e camadas insuspeitas e misteriosas na aparente superficialidade de nosso órgão maior. Perimetralmente, elas se superpõem, ocultando-se nas experimentações táteis, quase óticas, de tão auditivamente olfativas e deliciosamente paladares. Mas, pele é mais: no mínimo, o Uno Limítrofe ao Profundo Prolongamento que se denomina corpo: Ser!



Jorge Pi

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Linda Conversa Afinada...



Linda Conversa Afinada...

Cordas bem dedilhadas cedem puras e harmoniosas ondas acústicas às ágeis manobras de dedos, magistralmente comandados por virtuoses em íntima conversação que dispensa palavra - escrita ou falada, mas que transborda em límpida expressão de sensibilidade artístico-musical...

Bravo!!!

Jorge Pi

terça-feira, 26 de maio de 2015

Lembrança...


Estamos constantemente vivenciando o Antigo,
no nosso perene
Aqui-Agora...
O futuro que o diga!
Mas o Antigo é uma categoria ilusória...
E, a bem da verdade, o futuro também!
Então, resta-nos o deliciar a fruição do Eterno Devir.
E, em confluência, debruçarmo-nos em devota genuflexão diante daquele que, como disse Caetano Veloso, é 'um dos Deuses mais lindos': o Tempo.
A foto-GRAFIA é letra; a Memória Acásica, seu silente Espírito.
Assim, se a letra/foto, paradoxalmente,  mata a presentificação do real, ao congelá-lo em um registro estático, cineticamente, a Memória Coletiva redime e preserva a Qualidade Implícita em cada fato/ocorrência, transmutada em Atualidade, naquilo que se costuma denominar de Lembrança...

Jorge Pi

domingo, 8 de março de 2015

Casamento de L & D

Entre muitas resistências que me são inerentes, exaltar as aparências em detrimento da essência é uma delas. Falo assim para justificar esta minha série de fotos postadas a seguir. 

A princípio, elas poderão ser vistas por alguns como figuração de imagens na vitrine do mural no Face. Como o próprio nome indica, 'FACEBOOK' - ( livro da face, da foto, da imagem...). Mas, quem sabe, o seu criador quis instigar à 'Rede Compartilhada' o hábito de pensar sobre o visual, uma vez que, oportunizou para cada postagem a edição de um texto explicativo relacionado à foto (ou não... rs). Até mesmo possibilita uma reedição quando a explicação fica incompleta ou indesejada...

Talvez o público em geral acesse o face em busca apenas de observar as fotos. Neste caso, passa despercebida a leitura da imagem e da beleza que trás suas respectivas edições. Entretanto, isso é típico da sociedade virtual que, ao dar ênfase ao 'Superficial cheirando a tinta', promove a 'coisificação' do ser humano. Mas, em contrapartida, há um espaço natural para os leitores que observam, analisam e concluem... a condição de sensibilidade tão presente na alma humana que Jorge Pi descreve em seu poema 'Sentir' e que me toca ainda mais pelo verso: "...porque sentir e´o saber sem se exibir..."

É nessa perspectiva que publicarei a sequência de imagens... Elas registram um momento histórico! Mais um para a minha família, que desde Samuel Pereira de Almeida conjuga as celebrações com a música.








Em primeiro lugar, quero agradecer em público o honroso convite para ser madrinha de casamento do casal Lafaete Noronha e Danielly Moura. Ele, meu primo em segundo grau, filho de minha prima Núbia Lafaete Pinheiro Noronha de Oliveira, neto de uma tia querida (Cristina de Lafaiete Noronha), bisneto de vovô Boanerges Pinheiro (cantor sacro, instrumentista e compositor de várias obras), tetraneto de Samuel Pereira de Almeida (brilhante músico, quer coral, quer instrumentista, pioneiro e fundador da Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição). Dizendo isto, quero me referir à beleza que foi o enlace matrimonial de dois jovens músicos desta instituição secular tão bem cuidada atualmente pelo Prof. e Maestro Valtênio. No mesmo Altar Mor que historiou em épocas passadas cerimônias religiosas de nossos ancestrais, incluindo casamentos, batizados, aniversários, bodas matrimoniais de prata, de ouro e de diamante...
Foi uma celebração abrilhantada pela Banda Sinfônica que presenteou a todos, através de lindas canções, a condição de oração em melodia! Sendo músicos da mesma instituição, os noivos comungaram essa sensibilidade melódica e distribuíram aos presentes a verdade do amor que os unia, incluindo a música!
Foi um momento ímpar! Para eles, para seus pais, familiares, amigos e demais presentes que, se a princípio, foram por curiosidade cultural de 'ver' de perto o vestido da noiva, madrinhas, em decorrência do espetáculo musical que foi apresentado, sensibilizados, permaneceram no recinto da igreja para ouvir emocionados as bênçãos proferidas pelo Pároco da Paróquia Santo Antônio e Almas de Itabaiana, Pe. Jadson Ramos.
Por um segundo, meu imaginário divagou... E, como se tivesse entrado numa máquina do tempo, passou um filme, um lindo filme onde as personagens eram as pessoas queridas que já não estavam fisicamente ali mas na minha mente. Emanavam tantos sorrisos de contentamento que a alegria se instalou no ambiente. Foi então que percebi que, mais que um casamento a mais, estava sendo celebrado um ritual de iniciação de uma família marcada pela música! Era, de certa forma, com a presença de todos aqueles que seguram atualmente o bastão da Filarmônica N Sr C, mais uma homenagem que se prestava aos nossos antepassados!
Cabe-me agora, na condição de madrinha do jovem casal, almejar que a união abençoada no Altar seja celebrada em diversas outras cerimônias da nova família: batizados, aniversários, bodas ...
Que seus pais, familiares e amigos ali presentes sejam capazes de ajudá-los a atravessar possíveis situações adversas. Desejo que elas não existam. 
Lafaete e Danielly, Sejam Felizes!

domingo, 2 de novembro de 2014

Samuel Pereira de Almeida, um Vanguardista Itabaianense.

Posse de  Luciano Correia na Academia Itabaianense de Letras apresentado pelo Acadêmico Antonio Samarone...
"O homem, um ser historicamente construído, tem nos seus ancestrais a condição de mediadores quando na sociedade em que vive há uma cultura de memória. No entanto, é o registro fiel dos acontecimentos que favorece a garantia da preservação das histórias de vidas. Ao contrário, a sociedade fica condenada a ser refém da imaginação, de mitos, que podem distorcer a verdade da existência humana. Nesse caso, há uma perda no espaço e no tempo de contribuições que poderiam servir de exemplos e, mesmo como referências inacabadas, se constituiriam de ponto de partida para reconstrução melhorada da vida em sociedade. Por isso, a criação da Academia Itabaianense de Letras tem grande importância. O levantamento de vultos históricos da cidade escolhidos como patronos dos Acadêmicos, são por eles biografados e motivos suficientes para que se perceba a grandeza de nossa gente.
Dessa vez, a posse do Acadêmico Luciano Correia teve como patrono uma personalidade de nossa história que se confunde com a música e de sensibilidade melódica inerente ao Itabaianense. Prova disso é a contínua existência da Filarmônica N Srª.da Conceição (Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição ) desde sua criação datada do século XVIII até os dias atuais. Considerada a mais antiga do Brasil, tem nos seus pioneiros, referência para sua reconstrução melhorada que passa atualmente essa Sociedade Filarmônica. Tudo isso graças fundamentalmente ao empenho de pessoas aguerridas como o Maestro Valtênio e do Dr. Rômulo De Oliveira Silva que atualmente asseguraram de forma brilhante a preservação de um acervo de partituras e instrumentos com a criação de um Museu, e desenvolvimento de outras atividades que possibilitam ampliar os horizontes a tantos jovens pela motivação musical.
A cerimônia de posse foi abrilhantada pela Banda Sinfônica N. S. da Conceição que nos remeteu aos primórdios de sua existência executando composições do patrono Samuel Pereira de Almeida. Por sua vez, Luciano Correia que apesar de contar com pouca informação a seu respeito conseguiu realçar a importância do músico. Iniciou sua fala historiando brevemente a relação da música com a evolução do homem e enaltecendo a virtude de nosso povo em se fazer sensível às notas musicais utilizando-se de intertextos significativos que mereceram prazerosamente a atenção do público presente. Eu cá na minha habitual introspecção,acompanhada de meu irmão Jorge Pi (que também trás nas entranhas o viés da música) como bisneta de Samuel, pensava como poderia ter sido bem mais proveitosa toda essa biografia se historicamente em nosso meio tivesse mais valorização de registro da ocorrência dos fatos relevantes de nosso município, uma vez que seus descendentes mais próximos já não mais vivem entre nós.
O tempo presente recebe como lição esse vácuo de informações, mas tem a vantagem de doravante ser mais benevolente com o registro histórico. É nesse sentido que surge a Academia Itabaianense de Letras que ao cumprir o papel de registrar as contribuições das pessoas e os fatos relevantes da nossa comunidade, estará contribuindo para o engrandecimento do nosso município." 

De fato! Tem sido um agradável refrigério para minha alma o testemunhar cada Cerimônia de Posse dos Imortais da Academia Itabaianense de Letras - AIL. Tanto que, por vezes e vezes me tomo a, íntima e toscamente, parodiar uma das minhas preferidas pérolas pessoanas: a ABL é maior e melhor do que a nossa AIL, mas, a ABL não é maior e melhor do que a nossa AIL, por que a ABL não é A nossa AIL!
Com tão poucos registros sobre Samuel Pereira de Almeida (o nosso bisavô e o Patrono da Cadeira de n.º 30 da AIL), oriundos dos valorosos trabalhos de Sebrão, 'o Sobrinho', de Vladimir Souza Carvalho, bem como de certos depoimentos seus, minha mana  Tereza Cristina, é impressionante o brilhantismo encontrado no discurso do Acadêmico empossado, Dr. Luciano Correia, que nos faz atentar para o fato de que o seu Patrono fora, antes de tudo, um inovador, um visionário e um vanguardista! Sim. Em lombos de burros, trouxera 'instrumentos de pancadaria' da distante metrópole soteropolitana, tendo em vista dar um novo hálito à música na Velha Loba. Fora do exclusivismo da secular utilização da, então, 'Orquestra Sacra', para fins de serviço de apoio às cerimônias e rituais litúrgicos da Instituição católico-romana nas terras da Irmandade de Santo Antonio e Almas de Itabaiana, de repente, surge, na vida secular e profana itabaianense, uma atividade voltada para a cidadania republicana e, não somente, para fins religiosos. Como bem lembrou o acadêmico empossado, não se pode desassociar os instrumentos percussivos da música, no mercado fonográfico mundial, nos dias de hoje, sem que se corra o risco de um resultado desanimador. E posso até acrescentar que a própria Igreja se rendeu, em seus cultos e cerimônias, ao ritmo percussivo como não seria possível prever ou supor naqueles intrépidos e aventureiros dias vivenciados por um idealista ceboleiro que, indo para uma cidade infinitamente maior, não perdera, em sua alma serrana, o gosto pelo sentido de um retorno à sua terra, trazendo-lhe o Novo, sendo, ao mesmo tempo, a Preservação do Antigo, sob a aparência da rebeldia e da ruptura. Apesar de reconhecer o grandioso e devido lugar da Música Erudita, como seria possível a criação de uma Orquestra Sinfônica, em nossos dias, no âmbito da  Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, laica e irrestritamente "independente" da Instituição Católica, sob a competente batuta de nosso amigo e competente Maestro Valtênio, bem como o empenho do ilustríssimo Dr.  Rômulo De Oliveira Silva, sem a pequenina e ousada ação de nosso bisavô, não é mesmo, TC?! 


Jorge Pi
Fonte da imagem de Samuel Pereira de Almeida:

sábado, 25 de outubro de 2014

Loreena McKennitt - The Lady Of Shalott

Loreena Mckennitt...
A sutileza da Divina Luz penetra, serenamente, em sua solidez musical, numa relação diretamente proporcional à sua inconfundível elasticidade sonora: diáfana!
Ouçamos!


domingo, 21 de setembro de 2014

Uzamigos...


Genial, meu caro Marcelo Batanga! 'Uzamigos': usar amigos... 'Os amigos' devem mesmo ser usados, apesar de, nunca (!), abusadamente, é claro! Mas, que fazer da vida sem a calorosa presença daqueles que nos ajudam a ver melhor os pequenos detalhes que não nos seriam perceptíveis em nossa desconcentrada atenção desfocada do momento presente... É que, apesar de autômatos, nós podemos usá-los como metafóricos espelhos para nos reparar melhor naquilo que não temos coragem de divisar estampado em espelhos reais, simetricamente direcionados à nossa forma de ser superfície e pele e face e mal-disfarçado alheamento de nós mesmos.

Jorge Pi

UZAMIGOS (Fonte: https://www.facebook.com/batanga79)
Imagem (Fonte: http://www.riocontradengue.rj.gov.br/site/conteudo/Amigos.aspx)

sábado, 13 de setembro de 2014

Doido Ego no "Festivais do Brasil - vol. 9"


Breve!


Apenas uma faixa e a Realização do Sonho

de um pequeno menino...

Doido Ego (Jorge Pi)

- Voz: Sérgio K. Augusto -


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Anubis

 

Na antiga cultura egípcia, a morte não era um fim, mas um portal! Ankh (a Cruz Ansata), o emblema no peitoral deste Deus do Panteão egípcio (Anubis) é o Simbolo da Vida Eterna (muito antes da cristandade, diga-se de passagem, a Sagrada Cruz já era um Símbolo filosófico/metafísico). Anubis é um Deus Negro, mas, em sua assumida negritude, há uma imensa promessa de Luz subjacente à sua severa e nobre tarefa de Guardião-Chacal que embalsama o corpo e liberta a Alma-Ba! Bela Estátua!

Jorge Pi

terça-feira, 13 de maio de 2014

Ler os Clássicos...

  Leitura de leitura redunda em não ler, de fato, secundariamente, o que, primeiramente, fora lido e, em seguida, interpretado, esquadrinhado ou, talvez, apenas retorcido (ou, pior até, distorcido!)... Pois, certa ou errada, toda interpretação há de nos tolher, inapelavelmente, a insubstituível experiência direta, em detrimento dos bem-intencionados esforços em transmitir, ipsis litteris, o que poderíamos honestamente denominar claras sombras da forma-coisa travestida em conhecimento, quando, muito, encerra, tão-somente, informação ou, até mesmo, deformação.

- Jorge Pi

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Reflexão...


Ousei publicar algo por mim produzido em distante e pueril adolescência... Consiste em meia parte do que produzi, então; fruto de uma necessidade de diálogo interno, enquanto aprendia a maturar o mundo (e confesso que nunca mais deixei de andar pelos caminhos do aprendizado!). Reluto-me a decidir por publicar aquele que já denominei PENSATORIUM: PEQUENO DIZER POESIA POUCA. Está prontinho! Mumificado e depositado em sarcófago plebeu, consiste em contraparte da aludida neófita ousadia pretérita. O primeiro, A PEDRA AZUL (com o seu atual 'soar', em anexo), surgiu de uma necessidade de expressar a aura de uma experiência particular ('dèjá-vu'). A linguagem poética me foi de preferência, à prosaica (dada a minha natural tendência à expressão prolixa; não, por pretensão, mas, sim, por opção salvífica). E, em gotas homeopáticas, pude sorver a beberagem que me restou em catarse... É que, num belo dia, fitando uma folha de uma árvore, tive a impressão de já tê-la visto, como se me fora velha e íntima conhecida companheirinha,,, Como todo déjà-vu, vi e tive a impressão de já ter visto... Mas, em mote, fora como se o Planeta Terra comigo falasse, incisiva e silenciosamente, através daquela pequenina folha. E, em seu falar silencioso, podia mensurar grandeza tal que incapaz seria de não me abalar o chão em que estava a pisar... Então, senti-me alargar o peito, como se duas mãos invisíveis, delicadamente, rasgasse-me o tórax em paradoxal influxo de plenitude e harmonia que, filialmente, expunha-me à 'Mãe-Natur'; então, carnalmente desnudo, num 're-parto' de mim mesmo, num maravilhamento sombrio e luminoso como o se fitar o Sol e o se tornar Cegueira... Porém, cego, vi mais do que acostumado estava... intui estar vendo a folha, enquanto 'testemunhava' uma Eternidade a mirar, também, num alinhamento que nos unificava e nos confundia... Eu, Jorge Luiz Pinheiro Souza, via a folha na temporalidade, numa sincrônica ação de olhar e ver de um Eu Mais Profundo que habita em todos nós e que também via aquela folha no âmbito da ETERNIDADE... Por isso a sensação de olhar algo e ter a impressão de já ter visto antes, que acomete toda a experiência 'déjà-vu'... Nada de prova de outra vida ou coisa que o valha (não que não exista, absolutamente... quem sabe?!)... Nem, tão pouco, uma disfunção da Memória... Defendo a tese de que, quando em sintonia com o olhar do Eu Maior da Humanidade, o que quer que seja visto/experienciado (uma cadeira, uma sala, um velho edifício, uma antiga cidade...uma folha de árvore), carregado da 'sensação de Eternidade' com a qual se é preenchido, humanamente, somos levados, cognitivamente, ao construto da 'sensação do já ter visto' (e nunca ao do que 'será' visto, por não termos ainda vivido o FUTURO). Assim, pus as mãos em meus olhos no intuito de comungar com o 'cerebral não-ver' e experienciar um 'cardíaco sentir'... Simplesmente, vi-me tal qual era/sou: PINININHO... E me rebatizei: ...Jorge Pi! Portanto, A PEDRA AZUL tenta Dizer... 'PENSATORIUM...' reflete aquela tentativa. No mais, relegue-se qualquer intento de ser Escritor/Poeta... Gosto mesmo é de me 'pensar' pequenino compositor...

Jorge Pi

sexta-feira, 14 de março de 2014

Do Amigo Léo Mittaraquis...


 

 "Céu sem telhas..." Bravo!
"...no entreolhar..." Espelho é olho que não vê, a menos que o vejamos... Nossos olhos espelham o mundo e, num relance, Deus brinca ao largo... perdido em uma esquina oculta, dentro de nós...
Parabéns, Léo! Palavra bem dita... Bendita palavra que lavra, bonita, na arte da escrita, a estrita paragem propícia à viagem, silente e inaudita, da composição: música em letras unidas, aladas, dobradas, eivadas, partidas... BELO POEMA...

Jorge Pi


quarta-feira, 12 de março de 2014

Ressurreição!



Coroa de Espinhos na Verticalidade...
Manto Sagrado na Horizontalidade...
Divina Radiância Luminosa, na Silente Intersecção entre o Supremo e Doloroso Sacrifício e a Austera Suavidade contida no Maternal "M" do Valioso e Acolhedor Manto que, ancorado na Salvífica Cruz, amortece o Espinhoso Emblema da Realeza conquistada à custa de Vontade de Potência e Indubitável Destemor:
Ressurreição!

Jorge Pi

Reme...

 

Braços-mãos movimentam ímpetos e Vontades-de-Potência dinamizam possibilidades, tornando-as Realidade...

Jorge Pi