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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Extra!!! Extra!!!



A PEDRA AZUL mandou informar que Jorge Pi  criou vergonha e a levou para passear na capital. É que já estava quase completando o primeiro aniversário de lançamento de sua “filhotinha” na “Bienal Cultural da Velha Loba Ita-Baiana” e o "papai" ainda não havia levado a sua pinininha para ver a Praia do Serigy. Que pecado! Muitos já se renderam a uma agradável e duradoura amizade poético-reflexiva com esta cativante jovem: rebento de um certo “simples e arrebatador contemplar”. Sendo assim, amigos e amigas do Aracaju (e alhures!), deliciem-se com esta doce cocada literária oriunda diretamente de uma pequenina borda do cultural forno do farto Círculo Literário Serrano. Lembrando ainda que o objetivo d’A PEDRA AZUL é, tão-somente, o de exprimir, poeticamente, a “aura” de uma experiência de
“déjà vu”
ocorrida na adolescência ceboleira do seu papai-autor
(Poeta? Quem sabe?!).




CASA ALEMÃ
(Av. Jorge Amado, 864 - Aracaju - SE, 49025-330)
(Shopping Jardins/Rio Mar)
(Av. Ivo do Prado, 398, Centro - Aracaju - SE CEP: 49010-050)
(Shopping Rio Mar e INTERNET)




Muita Paz e uma Boa Leitura!




terça-feira, 12 de junho de 2012

Dedo d'árvore tocando, delicadamente, pele d'água!

(Foto: Facebook - Alda Oliveira )


Linda e inspiradora fotografia!


Sensibilidade à toda prova:
dedo d'árvore tocando, delicadamente, pele d'água!

Carinho natural! Natural candura!

Ato simples de amor como simples é a Mãe-Natura a se nos confidenciar em nítidas, concêntricas e, incontestavelmente, eloquentes reverberações acústico-silensiosas
de cinéticas circunferências que se expandem à procura d'Alma...
A se avizinharem das sucessões do infinito
que, no entanto, situam-se sempre
em alguma paragem do Aqui e Agora da Eterna Existência,
no coração do Ser Divino e Supremo... Deus!


Assim Seja!!!


- Jorge Pi -

domingo, 3 de junho de 2012

Revista Meditação 41 - O Que é Meditação - Osho - Mirna Grzich



"Revista Meditação - Publicada entre 1998 e 2003 pela Editora Três, a Revista Meditação foi criada pela jornalista Mirna Grzich e tratava dos temas sempre eternos e atuais da busca humana. Planeta Meditação, Nova Era Meditação, Revista Meditação - nos cinco anos, a revista cresceu e se transformou, de 34 páginas passou a 100 páginas, cuidando de assuntos ligados à Espiritualidade, entrevistando grandes nomes da Ciência, da Terapia, da Arte, da Ecologia, dando espaço a escritores e mestres dos muitos caminhos da espiritualidade e da religião. Sua edição de 60 mil exemplares se esgotava todo mês, se transformando num caso editorial na midia brasileira.

Como parte da publicação, acompanhava um CD cuja primeira faixa era uma meditação guiada por Miirna Grzich seguida de uma seleta de música world, new age, instrumental, com músicos da melhor qualidade. Agora, disponiveis no YouTube, todas as 41 meditações.

Contatos: mirnagrzich@gmail.com ou mirnagrzich@uol.com.br Telefone: (11) 8136-5197"

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Entrevista com Mirna Grzich no Programa Consciência Próspera


"Mirna Grzich é convidada do programa Consciência Próspera e conta a Samuel Souza de Paula sua experiência por todos os caminhos espirituais que vem experimentando desde criança: Tai Chi, Hinduísmo, Candomblé, Rajneesh/Osho, Sufismo, Esalen, Anjos, Budismo Tibetano, Tarot e tantos outros, numa eterna busca por Deus, e sempre rodeada da melhor Música."

sábado, 28 de abril de 2012

Ecologia Espiritual

"Momento importantíssimo para o atual cíclo de atividades da Ordem Rosacruz, AMORC. O Digno Imperator da AMORC, discursou nesta quinta-feira (27/04/2012) no Senado Federal, sobre o futuro do nosso planeta, por ocasião dos preparativos do evento RIO+20 que acontecerá em junho no Rio, e a ordem engajadíssima no assunto Ecologia Espiritual, está fazendo parte deste grande evento. Chamo a atenção para a presença do Digno Grande Mestre da Ordem Rosacruz, AMORC, para Jurisdição de Lingua Portuguesa, Fr. Hélio de Moraes e Marques, F.R.C. E também, após a leitura da "Exortação Rosacruz para uma Ecologia Espiritual", nosso Imperator representando os Rosacruzes do mundo inteiro recebe um elogío do Senador Cristóvão Buarque que destaca a importância da Rosacruz, AMORC no mundo e principalmente no Brasil. Destaque também para a tradução simultânea do Fr. Raúl Passos, F.R.C.
Paz Profunda!" - Tom Woody, FRC

 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Divagações Ceboleiras

- Pintura compartilhada do Facebock no perfil de Samara Peixoto -
(Não sei o nome desta bela obra de arte de Adilson Lima... Bem poderia ser "Coreto em Aquarela") 



Bela aquarela... Aquarela bela...



Tons sobre tons pelos tons sob os tons... Tontos, bailamos coreteando ao redor... Rodeando e Faustocardoseando o Emblema-coreto-correto-corrente... Menino e menina e menina e menino... Ser-bolo e ser-bolas ...e ser-praça que passa... Verde que envolve e que "em-praça" o que fica... Ficam um Desejo e uma Enorme Saudade... Atma-esfera... Atmosfera de uma ótima espera ao fitarmo-nos na esfera a luzir no mais alto... Colunas sustentam e preservam moura núvem em concreto desfecho... De resto, uma réstia: há degraus que nos chamam, silentes... Há provável aparência com "tele-transporte" em que nossas mentes-sementes se vão pruns confins de nós próprios: 'Ce-bola ou não ser? Eis a questão'!!!

Jorge Pi

sábado, 14 de abril de 2012

O Nu



Podemos ver o nu também na superfície do tecido de nossas roupas, se pudermos nos dar ao luxo de entender a nossa realidade humana construída à base de Agonia e Êxtase cotidianos... A pele, enquanto superfície, é a roupa de nossa carne, músculos e órgãos... Nossa carne, nossos músculos e nossos órgãos são as roupas de nossos ossos... E, na perspectiva deste jogo de camadas que se superpõem e se coadunam, o nu do que nós somos em nossa ontológica interpretação fugidia do que seria o nosso Eu Verdadeiro, poderia vir a se nos configurar como uma emblemática roupagem a ocultar o nosso Desconhecido Ser...tão perto e, ao mesmo tempo, tão distante de nós próprios! 


Jorge Pi

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=711358278897016&set=a.497935450239301.120713.497881280244718&type=1&theater

sábado, 7 de abril de 2012

Uma Mui Brevíssima Apreciação da Teoria do Conhecimento em Platão



              Para que possamos ser iniciados na teorização platônica de uma gradação modal da realidade ontológica, precisamos nos familiarizar com o seu Argumento da Linha Dividida, encontrado no Livro VI da República, evidenciando as noções platônicas a respeito de dóxa e episteme, além de identificar, no âmbito da ascensão do mundo sensível ao inteligível, os objetos do conhecimento [eikones (imagens), zóa (coisas vivas e coisas visíveis), tá mathéma (objetos matemáticos) e eidos (formas, idéias)], bem como os modos [eikasía (“imaginação”; simulacros), pístis/dóxa (crença/opinião), diánoia (raciocínio dedutivo) e Nóesis (intuição intelectual: episteme)].
           Em segundo lugar, relembremo-nos da Regra Áurea proposta (ou descoberta) pelos antigos gregos. Além disto, convém termos em mente as definições retiradas mesmo dos dicionários comuns referentes aos termos “teoria” (exposição de princípios fundamentais, doutrina, generalidades; opinião, conjetura, cálculo, aviso; ação de olhar, ver, observar, especular, contemplar) e “conhecimento” (compreensão, inteligência; idéia, notícia, informação; o saber, instrução, erudição, ciência, doutrina; consciência, acordo; entendimento).

             Então, vejamos!

             Na Grécia antiga, acreditava-se que todo o mundo e todo o cosmo era composto de apenas quatro elementos: ar, água, terra e fogo. Os Pitagóricos (uma sociedade secreta cujos membros se dedicavam ao estudo da Matemática e da Filosofia) conheciam a existência de quatro sólidos geométricos perfeitos - tetraedro, hexaedro, octaedro e icosaedro -, aos quais se associavam, segundo eles, cada um dos elementos componentes da Natureza.

             Ora, acontece que o homem sempre teve necessidade de estar ligado a crenças divinas e de buscar as origens do Universo, tentando encontrar aí suas próprias raízes. Para tanto, ele sempre procurou ordenar tudo que lhe rodeiasse. O homem sempre buscou encontrar um Ser Supremo, que pudesse representar a perfeição, pondo uma ordem na aparente desordem que constitui o mundo. Quando os Pitagóricos descobriram o quinto e último sólido geométrico perfeito sentiram a necessidade de associá-lo a algum outro elemento do Universo. Seguindo suas crenças, nada melhor do que associá-lo com os Deuses, já que não havia mais elementos tangíveis com os quais pudessem estabelecer as suas relações. Este último sólido descoberto foi o Dodecaedro, a quem Platão chamou de "o mais nobre corpo entre todos os outros". Entre os cinco sólidos geométricos conhecidos, o dodecaedro e o icosaedro são aqueles que apresentam mais relações com o número "Phi". A escolha do dodecaedro para representar a ligação com os Deuses parece ter se dado por razões filosóficas e por uma razão matemática simples: enquanto este é constituído de pentágonos perfeitos, que se relacionam fortemente com "Phi", aquele é composto de triângulos equiláteros, que não possuem relação direta com o número "Phi". Chama-se "Phi" ao número 1,618...., encontrado, matematicamente, através de deduções algébricas ou geométricas. Para que possamos chegar, algébricamente, ao valor de "Phi", precisamos partir do segmento abaixo.


            Pelo estudo das proporções, podemos estabelecer que a razão áurea é definida algebricamente como:


             Assim, no livro VI da República, Platão nos apresenta um caminho quádruplo, ascendente ou ascensional, através do qual possamos transitar da sensação e da opinião (dóxa) para a ciência ou o saber (episteme).


             Desta forma, os modos de conhecer, que correspondem aos objetos do conhecimento indicados acima, segundo Platão, são em número de quatro, podendo ser distribuídos (para que possamos melhor compreender) em uma “linha” dividida em duas partes desiguais, na menor das quais situa-se o mundo sensível (o plano da dóxa) e, na maior, o inteligível (o da episteme). Subdividindo-se cada parte em duas, em igual proporção obtém-se: a imagem/cópia (eikasía) e a opinião (pistis ou dóxa), no mundo sensível, e o raciocínio matemático (diánoia) e a intuição (nóesis, episteme), no inteligível. E tal subdivisão tem que obedecer à seguinte proporção: a imagem/cópia está para a opinião, assim como o raciocínio está para a intuição.

Jorge Pi




Bibliografia


BOYER, Carl Benjamin. História da matemática. Trad. Elza Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1974.

CHAUI, Marilena. Introdução à história da filosofia, dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, vol. I.

PLATÃO. A República. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: Universidade Federal do Pará, 1988.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ler Poesia


...De fato,
quando se trata de ler um poema,
não convém "focar"
o "entendimento racional" (tão-somente!);
mas, também, o "sentir" "com" o coração!

Assim,
de repente, o "Belo" é experienciado
não necessariamente como algo oriundo
da parte escrita
daquilo que se chama poema
(seja este, verdadeiramente, poesia ou não!),
mas na conexão apreendida
entre o potencial de expressão
que cabe na medida do que foi escrito
e o necessário refazer poético
de quem toma, corajosamente,
para si, a leitura interior "naquilo" que foi escrito.

Pois a apreensão do Belo
está na genuína "comunicação"
que se instaura no silenciar da razão,
condição "sine qua non",
para que possamos ouvir claramente
a límpida voz do Nosso Coração/Consciência.

Ler Poesia, deste modo,
equivale
a uma verdadeira Iniciação
aos Mistérios de nosso próprio Ser!

Jorge Pi


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Celebração!




Fosse quase nada e nada, em si, seria...

Insaciavelmente, eclodindo, vívidos!
Misteriosamente, persistindo, ávidos!
Somos conclamados à celebração!

Braços que se buscam e se dão abraços...
Lábios que se tocam e se calam, doidos...
Olhos que se flertam e se tornam tantos...
Álitos que, cálidos, são demasiados...

Beijos que se esmeiram em distintas doses...
Gostos que, tamanhos, tonificam faces...
Peles que, em face de tamanha sorte,
Traçam congruências entre corpo e alma.


Jorge Pi

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Um Comentário sobre A Pedra Azul

(Jackson Santos Trindade)



“A Pedra Azul” de Jorge Pi é um livro de muitas leituras e estilos. Pode-se lê-lo como quem lê a bíblia, interpretando parábolas e preenchendo os vazios humanos que exigem a “religação”; como quem observa às escondidas os desajeitados modos pueris do aprendiz que procura imitar seu ancestral; como quem acompanha a descrição da vida que passa; como quem se desprende das coisas e salta para a vida com a mesma leveza do desfazer dos “laços”, “soltos”, ouvindo “linda melodia linda”; como quem lê a poesia da infância de Manuel Bandeira ou a poesia bucólica de Alberto Caeiro – heterônimo de Pessoa. Em “A Pedra Azul” encontramos o ofício poético livre, já que as modalidades de poemas presentes ali sugerem que o poeta experimentou com as formas de compor. No livro, poemas que se pretendem concretos dividem espaço com poemas de formatação tradicional de estrofes, alguns com rimas e bastante musicais, outros sem rima e de poucos versos. Jorge não é um poeta famoso, seus poemas tampouco surgiram de uma pretensão artístico-literária, no entanto o valor de sua obra em termos de uma avaliação sob a perspectiva da literariedade é indiscutível. O uso primoroso das figuras de linguagem, a presença de trocadilhos e desdobramentos anagramáticos e a surpresa que desperta quando faz uso de um sinônimo perfeito ou de uma correlação metonímica ou metafórica em vez de fechar o verso com uma palavra óbvia que o leitor poderia intuir, ajudam a comprovar a afirmação. O poeta joga com as palavras, como se as embaralhasse para depois ordená-las como quer, dando ao jogo e ao resultado final o sentido lógico do ir construindo ao mesmo tempo em que discute a construção. “A Pedra Azul” é um livro que diz muito. Além de rico do ponto de vista literário, o olhar do eu poético sobre a vida, cobrindo o antes do nascer, o crescer e o unir-se na comunhão dos homens e seres, sugere ensinamentos com relação ao convívio entre homem e terra, sem apelos para o altruísmo barato ou força mística desconhecida a que ninguém teria acesso. O eu poético observa o que está à sua volta, aquilo que todos observam sem ver, porém ele sabe interpretar o que vê e traduz tudo na forma de uma sabedoria baseada na simplicidade. Ele não exclui o leitor da experiência por hora transcendental, surreal, ao mesmo tempo real e cotidiana, ele o convida a participar, descobrir e compartilhar a sabedoria que emana '[d]A Pedra Azul'”.

 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sarau d'A Pedra Azul - (Aniversário do CEMB - 24/11/2011)



 No Sarau d'A Pedra Azul...
Jorge Pi...25 anos depois, no mesmo local onde seus poemas foram escritos... Parabéns, Murilo Braga!

Jackson Trindade, declamando um poema do livro A Pedra Azul de Jorge Pi.
 Natan Carvalho...Musicou e Cantou o Poema Introversão, no Sarau d'A Pedra Azul.
Natan ... Carol ... Tenório ... Vivi ... Jackson -

Homenagem à Prof.ª Terezinha Correa por ter sido a motivadora da Pedra Azul há 25 anos atrás, na qualidade de professora de Jorge Pi.
Pose após o término do Sarau d'A Pedra Azul.



SAMARA PEIXOTO, em 25/11/2011, comentando no FaceBook:

"Ontem fui ao Sarau do livro A Pedra Azul do poeta Jorge Pi no auditório do CEMB. Uma experiência e tanto! E o melhor de tudo: encontrei jovens atores organizados num grupo que costuma juntar música, teatro e poesia em suas apresentações... E aqui mesmo em Itabaiana. Fiquei maravilhada! Estou ainda muito feliz. Espero poder vê-los mais vezes, e trabalhar futuramente ao lado de vocês fazendo essa pequena, porém infinitamente importante, fagulha de cultura, crescer e incendiar muita gente. Feliz de ter conhecido esse pessoal, a Tereza Cristina, Joge Pi, Carol Rezende, Natan Carvalho Dos Santos, Kelly Regina, Rogerio Tenorio de Azevedo, Wanderlei Menezes e todos mais..."

Fotos: http://www.capitaldoagreste.com.br/fotos.php?id=39


Muito Obrigado a todos,

Jorge Pi

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Bela foto de Robério Santos: Pombos na Praça da Matriz de Santo Antonio e Almas de Itabaiana/SE

 Evidenciar a dignidade alheia,
muitas vezes exige de nós a humildade de, aparentemente, rebaixarmo-nos, dada a fragilidade que reveste expectativas equivocadas e preconceituosas em nosso senso crítico quotidiano... E, no entanto, de repente, vemo-nos enlevados a altos píncaros de sensibilidade e estupefação por, tão-somente, permitirmo-nos ser, simplesmente, testemunhas
e nada mais...

- Jorge Pi -