sexta-feira, 29 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
Per Fio...
Linear sinuantemente exposta à mínima percepção pressentida e a certa audição intuída:
C a n t a r em Perfil...
Denso e intimista...
Êpa...
Não!!!
Não!!!
Microfone é bocal!....
Som de Trompet em silhueta de cantor
Tateando metálico som?!!!
Bela foto, deveras!
- Jorge Pi
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
? ? ? ! ! ! . . .
Fonte (imagem): Rosilei Alonso Parreira Silveira (Facebook)
Atualmente, minha mente mente...
Então atua, à toa, mas, atua: mente...
Quisera não atuar mas ser clara mente...
E, à tua alma, não mentir,
não atuando com um fingir ver, não-vendo...
Ou com um não-ver fingido e,
atuantemente, a mentir...
- Jorge Pi -
ARENA Cia. de Artes apresenta KUNSTLIEDER
Que lindo, Jackson Trindade!
Tão distante das praias rasantes da Grande Mídia...
Arena Cia. de Artes...
Em águas profundas...
Em colossais e retumbantes ecoares de puríssimas
reverberações vocais...
Em ondas surpreendentemente sobrepostas umas às outras e todas elas mergulhadas em volumosos e densos paredões abismais de uma força lírica arrebatadoramente contundente e indubitavelmente cativante!
B r a v o ! ! !
Tão distante das praias rasantes da Grande Mídia...
Arena Cia. de Artes...
Em águas profundas...
Em colossais e retumbantes ecoares de puríssimas
reverberações vocais...
Em ondas surpreendentemente sobrepostas umas às outras e todas elas mergulhadas em volumosos e densos paredões abismais de uma força lírica arrebatadoramente contundente e indubitavelmente cativante!
B r a v o ! ! !
- Jorge Pi -
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
Bocadinho do "Soar d'A Pedra Azul"...
Este é o meu 1º CD (sou
compositor e produtor fonográfico, apenas! Se um dia vier a gravar 'cantando' será
para espantar muriçocas... rsrsrsrs)... Apesar de o cd "Soar d'A Pedra
Azul" conter uma composição minha (Fluxo Eterno), no seu conjunto,
trata-se, a bem da verdade, de uma harmoniosa e benfazeja parceria entre três
amigos, do tipo: eu sou o "Vinícius de Moraes" (rsrsrsr), Natan
Carvalho Dos Santos
é o "Tom Jobim" (rsrsrsrs) e Sergio
K. Augusto
é o... bem... é o " Sergio K. Augusto ", mesmo... (rsrsrsrs)!!! Mas,
brincadeiras à parte, estou muito feliz pelo resultado deste abençoado trabalho
coletivo. Devo esclarecer que, na verdade, iria iniciar meu percurso
experimental pelo mundo da Produção Fonográfica com o álbum "Doido
Ego" (que, agora, será o segundo cd), de minha autoria exclusiva (a faixa
que intitula o álbum já está produzida). É que compus um bocado, à época em que
participei da Banda de Música do CEMB. Mas, somente recentemente é que registrei
tudo na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (inclusive o meu livrinho de
poemas "A Pedra Azul" além de outro que lançarei posteriormente e que
se intitula "Pensatorium - Pequeno Dizer Poesia Pouca"). Mas, de
repente, Natan me vem com um presente desses que não se pode recusar de jeito
nenhum... Só se eu fosse maluco, né! Então, não pensei duas vezes e resolvi
adiar o meu projeto pessoal em prol, aliás, do bem de minha filhotinha A PEDRA
AZUL... Assim, nasceu este meu querido netinho (filho da interação musical de
Natan com a essência poética de minha garotinha... Já sou avô!!! kkk). Ps.: o
instrumental FLUXO ETERNO (faixas 1 e 12) são uma moldura para os 10 poemas
musicados/interpretados por Natan/Sérgio (como se fosse parte do meu 'sangue
musical' a fluir nas 'veias' fonográficas do meu querido e auspicioso
netinho!). Ah! O CD está disponível, em Aracaju, na Loja do Museu da Gente
Sergipana e na Casa do Artista (do amigo Mingo
Santana).
Aqui em Itabaiana, no Supermercado
Nunes Peixoto, na T.N.T. Rock, bem como n'A Lojinha (da minha prima Érica). Ou, se quiserem, com os autores
(eu e Natan). É isso...
- Jorge Pi
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
"Itabaiana, Nosso Lugar - Quatro Séculos Depois" (José de Almeida Bispo)
Leiamos e nos conheçamos melhor, enquanto Itabaiana Grande! Parabéns, mesmo, José De Almeida Bispo! Bem sei o quanto representa esta Grande Obra para sua mente e seu coração, autodidaticamente ceboleiros! Em nome de todos os nossos ancestrais e de todas as gerações futuras desta 'Altiva Velha Loba', agradeço por este abençoado fruto de seu trabalho hercúleo.
Jorge Pi
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Singela Homenagem ao Amigo Ceboleiro José Ênio Araújo...
Bela Foto (Robério Santos)! Captura do inacapturável: poesia pura!
Não está vazio! Ausência é presença oculta e brilhante que ofusca o 'não-ver' e, de repente, uma ambiência imanifesta se nos apresenta em profunda sensação de 'quase gosto' e 'advinhado contato'... Que o Grande Arquiteto do Universo esteja sempre contigo, nosso irmão e conterrâneo Ênio, nesta nova fase de sua perene caminhada pelos campos do infinito!
Jorge Pi
Kyrie: Orbis Factor by Ensemble Organum
Um amigo meu postou no Facebook o vídeo acima e o seguinte:
- "Voltaire dizia que só uma verdadeira divindade poderia criar algo tão estúpido como o ser humano. Só rezando. Rs"
Ora... O ser humano é um processo necessariamente inacabado... O nascimento é
sua queda... A morte é sua definição... Sua Vida Real lhe escapa ao seu
entendimento puramente racional, pois entre o Animal e o Sopro que lhe
sustentam em pé, há um profundo abismo que corresponde à sua própria e,
todavia, desconhecida essência... E, de acidente em acidente, mister se
faz cultivar risos, lágrimas e, aqui e ali, rápidas e redentoras orações
em meio às miserabilidades que nos contornam a máscara egóica, mesmo sabendo que a
exterioridade é, o mais das vezes, mais preponderante do que o Sagrado
que se pode atingir e nele se dissolver em translúcidas partículas de
invisibilidade diante da terrível e doce constatação da nadificância que
nos dobra e redobra a nossa tez cansada na labuta infinita da tolamente
esquivada solidão de nós mesmos...
Contestou, todavia, outro amigo questionando se teria Voltaire escorregado num momento de verdadeira estupidez... Seria possível negar a divindade no homem?
Contestou, todavia, outro amigo questionando se teria Voltaire escorregado num momento de verdadeira estupidez... Seria possível negar a divindade no homem?
Advogo, no entanto, que Voltaire não disse isso! Por trás da ironia, há uma constatação: a Imperfeição como condição necessária à Instituição do Livre Arbítrio. Há, implicitamente, a sagração da Liberdade e não a aceitação de que o Homem seja uma marionete manipulada por uma Divindade. Lembre-se que ele fala: "...uma 'verdadeira' divindade..." Se o Homem fosse 'não-estúpido', não seria o Homem. Sendo Perfeito, a Verdadeira Divindade não o teria 'feito à sua Imagem e Semelhança' e, sim, à sua mais absoluta Identidade. Aí, não teria havido criação, mas uma pseudo-emanação... Portanto, Voltaire está certo: a Sutileza da Onipotência da 'Verdadeira' Divindade é que precisa ser melhor compreendida em sua perspectiva verdadeiramente filosófica. Então, o filósofo não nega a Divindade no Homem, mas a eleva à sua mais alta Esfera de Ação, em consonância com a sua 'Verdadeira' Natureza.
O primeiro a postar, então, arrematou (acho!) a nossa pequeníssima discussão:
- "Nessa história toda melhor falou um pagão, o poeta Ovídio - Cada uma traz em si uma divindade e é ela que nos faz sentir o calor da vida. rs"
Jorge Pi
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Grande Síntese (Fazenda Mãe Natureza)
"Vídeo
institucional de apresentação da Fazenda Mãe Natureza onde funciona, desde
2005, o Projeto Reviver, que acolhe e recupera pessoas com problemas de adicção
(dependência química, dependência psicológica e os seus correlatos), envolvendo
a co-dependência, a dinâmica familiar e os problemas comportamentais. A
porcentagem de recuperação de dependentes químicos, em especial do crack, fica
acima dos 50% -- um número bastante superior à média nacional, que não passa
dos 5%. O segredo deste sucesso é o foco nos trabalhos que promovem a reconexão
com a nossa essência -- demasiadamente humana, mas também divina, conforme nos
revela o nosso próprio coração."
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Cartas do Pe. Raul para São Francisco de Assis
Há certos livros que nos cativam tanto a alma, com tamanha força, que nos perguntamos como é que não o escrevêramos... Não que tenhamos a pretensão de que o faríamos tal e qual fora escrito pelo autor; mas, pela forma como se estabeleceu, com tanta facilidade, um harmonioso diálogo entre o autor e nós, linha após linha, parágrafo após parágrafo, página após página... Por esta mesma forma, como que por osmose, lemos o que já fora escrito e temos a impressão de que acabáramos de lhe configurar as letras, palavras, frases... Pensamentos...
Pois bem! O livro de Pe. Raul Bonfim Borges, intitulado "Cartas para Francisco", configurou-se-me como um ótimo exemplo da empatia expressada acima e, de 'quebra', o autor nos brinda com um apêndice no qual nos revela um seu lado artístico, com desenhos de traços sensíveis: franciscanos, mas, expressivamente, fulgurantes.
Simplicidade foi a argamassa literária usada por este Sacerdote Católico Romano, que, apesar de não ser franciscano por vinculação religiosa, decerto se demonstra um simpatizante discípulo do verdadeiro significado da exortação originária dos "Maluquinhos de Deus": "Paz e Bem"!
Em toda sua extensão, o livro esboça um completo e autêntico despojamento de algum rasgo de pretensão em querer se demonstrar maior do que um simples Servo do Senhor, em pleno festejar do significativo e louvável Jubileu de Ouro Sacerdotal; evento que, por si só, carregaria um enorme peso eclesiástico que, apesar do abraço fraterno externado por um excelente exemplo de ser Padre que nos brinda com uma obra que sela uma caminhada pastoral, poderia tornar um tanto distante a confraternização entre nós, leigos, e um digno representante de Cristo em nosso meio terreno.
São, no entanto, cartas simples... Por outro lado, tenho a impressão de serem pequeninos aviõezinhos de papel, portadores de verdadeiras Mensagens de Luz, com destino à Eternidade que se espreita em uma Assis que nunca há de morrer nos corações daqueles que se inspiram com as luminosas lições de amor vivenciadas pelos Menores dos Menores, sob o comando daquele que abdicou do posto principal na Ordem que havia criado, como forma de praticar radicalmente a mensagem transmitida e, principalmente, vivida numa Idade Média cheia de tenebrosas contradições teologais e causticantes repercussões diante de equivocadas apologias evangélicas consubstanciadas em horripilantes cruzadas de paradoxais arrogantes caridades e tempestuosos rompantes de exortação à Fé Verdadeira, por vias escusas e, sabidamente, intolerantes...
São relatos mínimos de fatos e ocorrências corriqueiros de um bom Pastor inserido em comunidades simplíssimas, mas capazes de demonstrar o quanto pode ser realizado, uma vez que o Espírito sopre onde queira, quando queira e como queira... E, em meio aos relatos pessoais do autor, o leitor é, sutilmente, levado a conhecer a linda história do Santo de Assis e de todos os que com ele compartilharam aquela bela aura crística de manifestação da Divindade mergulhada em nossa paupérrima e sofredora Humanidade.
Ah! O livro está à venda nas Secretarias das Paróquias de Nossa Senhora do Bom Parto e Santo Antonio e Almas de Itabaiana "GRANDE"/SE.
Boa Leitura a todos!
Jorge Pi
domingo, 1 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
CRÔNICA PARA ITABAIANA NOS SEUS 125 ANOS
"Itabaiana querida!
Olha você aí com mais um ano de vida! Uma vida que nos
ares da Serra imponente distribui um clima gostoso de montanha
proporcionando um bem estar aos seus habitantes.
Todo ano venho lhe dizer algo como uma forma de
presenteá-la. Acho que não preciso lhe dizer que meu amor por você é do
tamanho de meu esforço por lhe ver linda, feliz e cada vez mais
desenvolvida. Tal como a natureza, seu povo também ajuda na sua
composição de terra grandiosa. É pelo trabalho, pela inteligência, pela
persistência, que seus filhos executam a orquestra do desenvolvimento. A
labuta dos homens simples na disciplina do cotidiano, a busca pelo
conhecimento de seus jovens, a fé inabalável de sua gente, a vontade de
acontecer, são amostras significativas que lhe dá a condição de
referência, que lhe transforma em um Município importante para o estado
de Sergipe.
Hoje não quero lembrar o que lhe causa dor. Não é dia de chorar. Ao contrário, é dia de festa!
E quando assim me refiro, não é da festa de rua, dos
sons de trios, dos enfeites, dos folguedos populares ou de outras
manifestações culturais de seu povo.
Sua identidade
talvez esteja abalada pelo esquecimento, pela falta de uma melhor
condução de sua vida, pela ausência de valorização de sua história, pelo
desafeto para com aqueles mais necessitados.
Estou
me referindo à festa interior que todo ano, cada um de nós itabaianenses
sentimos quando chega o dia 28 de Agosto. É sempre a mesma emoção. É
como se voltássemos ao passado e revivêssemos nos primórdios de nossos
ancestrais. É involuntariamente um aperto de saudade dos que aqui
viveram e hoje não mais se encontram entre nós.
E,
entre todas as belezas mais exaltadas, em sua festa não pode faltar: a
música herdada de geniais instrumentistas, compositores e maestros de
outros tempos; a expressão de sentimento publicada por seus abnegados
intelectuais, em prosa e versos; a fartura de sua feira livre, pela
colheita de sua lavoura de subsistência; a pujança de seu comércio, que
movimenta toda economia de uma região; a coragem de seus caminhoneiros
que desbravam estradas pelo Brasil a fora; o bairrismo de seus filhos
em saber-se ceboleiros; a busca o pela vitória no tremular tricolor em
dia de jogos; e, a festa de nós, seus súditos, que conserva a pureza
de seu povo!
Itabaiana Grande!
Você é cantada e decantada pelos poetas de todos os tempos.
Você é grande por natureza! Assim como o amor de seus filhos
por você. E eu, que por vezes sonho, e que também realizo, posso então
lhe dizer: Itabaiana, como é grande o meu amor por você!
Parabéns pelos seus 125 anos de vida!
O aniversário é seu e a alegria é nossa!"
Tereza Cristina Pinheiro Souza (Pedagoga)
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
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