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domingo, 21 de setembro de 2014

Uzamigos...


Genial, meu caro Marcelo Batanga! 'Uzamigos': usar amigos... 'Os amigos' devem mesmo ser usados, apesar de, nunca (!), abusadamente, é claro! Mas, que fazer da vida sem a calorosa presença daqueles que nos ajudam a ver melhor os pequenos detalhes que não nos seriam perceptíveis em nossa desconcentrada atenção desfocada do momento presente... É que, apesar de autômatos, nós podemos usá-los como metafóricos espelhos para nos reparar melhor naquilo que não temos coragem de divisar estampado em espelhos reais, simetricamente direcionados à nossa forma de ser superfície e pele e face e mal-disfarçado alheamento de nós mesmos.

Jorge Pi

UZAMIGOS (Fonte: https://www.facebook.com/batanga79)
Imagem (Fonte: http://www.riocontradengue.rj.gov.br/site/conteudo/Amigos.aspx)

sábado, 13 de setembro de 2014

Doido Ego no "Festivais do Brasil - vol. 9"


Breve!


Apenas uma faixa e a Realização do Sonho

de um pequeno menino...

Doido Ego (Jorge Pi)

- Voz: Sérgio K. Augusto -


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Anubis

 

Na antiga cultura egípcia, a morte não era um fim, mas um portal! Ankh (a Cruz Ansata), o emblema no peitoral deste Deus do Panteão egípcio (Anubis) é o Simbolo da Vida Eterna (muito antes da cristandade, diga-se de passagem, a Sagrada Cruz já era um Símbolo filosófico/metafísico). Anubis é um Deus Negro, mas, em sua assumida negritude, há uma imensa promessa de Luz subjacente à sua severa e nobre tarefa de Guardião-Chacal que embalsama o corpo e liberta a Alma-Ba! Bela Estátua!

Jorge Pi

terça-feira, 13 de maio de 2014

Ler os Clássicos...

  Leitura de leitura redunda em não ler, de fato, secundariamente, o que, primeiramente, fora lido e, em seguida, interpretado, esquadrinhado ou, talvez, apenas retorcido (ou, pior até, distorcido!)... Pois, certa ou errada, toda interpretação há de nos tolher, inapelavelmente, a insubstituível experiência direta, em detrimento dos bem-intencionados esforços em transmitir, ipsis litteris, o que poderíamos honestamente denominar claras sombras da forma-coisa travestida em conhecimento, quando, muito, encerra, tão-somente, informação ou, até mesmo, deformação.

- Jorge Pi

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Reflexão...


Ousei publicar algo por mim produzido em distante e pueril adolescência... Consiste em meia parte do que produzi, então; fruto de uma necessidade de diálogo interno, enquanto aprendia a maturar o mundo (e confesso que nunca mais deixei de andar pelos caminhos do aprendizado!). Reluto-me a decidir por publicar aquele que já denominei PENSATORIUM: PEQUENO DIZER POESIA POUCA. Está prontinho! Mumificado e depositado em sarcófago plebeu, consiste em contraparte da aludida neófita ousadia pretérita. O primeiro, A PEDRA AZUL (com o seu atual 'soar', em anexo), surgiu de uma necessidade de expressar a aura de uma experiência particular ('dèjá-vu'). A linguagem poética me foi de preferência, à prosaica (dada a minha natural tendência à expressão prolixa; não, por pretensão, mas, sim, por opção salvífica). E, em gotas homeopáticas, pude sorver a beberagem que me restou em catarse... É que, num belo dia, fitando uma folha de uma árvore, tive a impressão de já tê-la visto, como se me fora velha e íntima conhecida companheirinha,,, Como todo déjà-vu, vi e tive a impressão de já ter visto... Mas, em mote, fora como se o Planeta Terra comigo falasse, incisiva e silenciosamente, através daquela pequenina folha. E, em seu falar silencioso, podia mensurar grandeza tal que incapaz seria de não me abalar o chão em que estava a pisar... Então, senti-me alargar o peito, como se duas mãos invisíveis, delicadamente, rasgasse-me o tórax em paradoxal influxo de plenitude e harmonia que, filialmente, expunha-me à 'Mãe-Natur'; então, carnalmente desnudo, num 're-parto' de mim mesmo, num maravilhamento sombrio e luminoso como o se fitar o Sol e o se tornar Cegueira... Porém, cego, vi mais do que acostumado estava... intui estar vendo a folha, enquanto 'testemunhava' uma Eternidade a mirar, também, num alinhamento que nos unificava e nos confundia... Eu, Jorge Luiz Pinheiro Souza, via a folha na temporalidade, numa sincrônica ação de olhar e ver de um Eu Mais Profundo que habita em todos nós e que também via aquela folha no âmbito da ETERNIDADE... Por isso a sensação de olhar algo e ter a impressão de já ter visto antes, que acomete toda a experiência 'déjà-vu'... Nada de prova de outra vida ou coisa que o valha (não que não exista, absolutamente... quem sabe?!)... Nem, tão pouco, uma disfunção da Memória... Defendo a tese de que, quando em sintonia com o olhar do Eu Maior da Humanidade, o que quer que seja visto/experienciado (uma cadeira, uma sala, um velho edifício, uma antiga cidade...uma folha de árvore), carregado da 'sensação de Eternidade' com a qual se é preenchido, humanamente, somos levados, cognitivamente, ao construto da 'sensação do já ter visto' (e nunca ao do que 'será' visto, por não termos ainda vivido o FUTURO). Assim, pus as mãos em meus olhos no intuito de comungar com o 'cerebral não-ver' e experienciar um 'cardíaco sentir'... Simplesmente, vi-me tal qual era/sou: PINININHO... E me rebatizei: ...Jorge Pi! Portanto, A PEDRA AZUL tenta Dizer... 'PENSATORIUM...' reflete aquela tentativa. No mais, relegue-se qualquer intento de ser Escritor/Poeta... Gosto mesmo é de me 'pensar' pequenino compositor...

Jorge Pi

sexta-feira, 14 de março de 2014

Do Amigo Léo Mittaraquis...


 

 "Céu sem telhas..." Bravo!
"...no entreolhar..." Espelho é olho que não vê, a menos que o vejamos... Nossos olhos espelham o mundo e, num relance, Deus brinca ao largo... perdido em uma esquina oculta, dentro de nós...
Parabéns, Léo! Palavra bem dita... Bendita palavra que lavra, bonita, na arte da escrita, a estrita paragem propícia à viagem, silente e inaudita, da composição: música em letras unidas, aladas, dobradas, eivadas, partidas... BELO POEMA...

Jorge Pi


quarta-feira, 12 de março de 2014

Ressurreição!



Coroa de Espinhos na Verticalidade...
Manto Sagrado na Horizontalidade...
Divina Radiância Luminosa, na Silente Intersecção entre o Supremo e Doloroso Sacrifício e a Austera Suavidade contida no Maternal "M" do Valioso e Acolhedor Manto que, ancorado na Salvífica Cruz, amortece o Espinhoso Emblema da Realeza conquistada à custa de Vontade de Potência e Indubitável Destemor:
Ressurreição!

Jorge Pi

Reme...

 

Braços-mãos movimentam ímpetos e Vontades-de-Potência dinamizam possibilidades, tornando-as Realidade...

Jorge Pi

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

De Ian e Sofia para Papai Pi... (Obrigado, meus queridos pinininhos...)

Hoje é seu aniversario, pai!


Não poderíamos deixar de te dizer o quanto te amamos e o quanto lhe desejamos que este dia seja promissor de muita saúde, de felicidades e de sucessos na sua vida.

A sua bondade permanece passando de pai para filhos para nós que seguimos seus exemplos e obedecemos seus ensinamentos, e assim pai, temos em você o nosso exemplo de vida.

Que você possa conquistar todos os seus sonhos e objetivos, sabemos que já foram muitos conquistados mais precisamos sempre deles para ter mais motivações e emoções no nosso viver.

Que um dia pai querido nós  possamos  retribuir pelo menos a metade de tudo que você fez e tem feito por nós.

Agradecemos a você toda a educação e caráter que tem, todas as suas preocupações, dedicações e lições só nos fazem crescer.

Desejamos a você muitas felicidades e que continue merecedor de tantas qualidades.

Parabéns pelo seu aniversário.

Parabéns nosso pai querido!

Seus filhotes: Ian e Sofia

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Criativas Histórias dos Pupilos do Professor Natan Carvalho...

"Histórias sonorizadas dos alunos do 1º ao 3º Ano do Colégio Dom Bosco em 2013. cada turma criou uma história, ilustrou e sonorizou a mesma. Parabéns a todas as turmas."
- Natan Carvalho

  Os pretendentes da leoa

(1º ano A)

   


O toureiro medroso
(1º ano B)

  


O resgate da princesa lagartixa
(2º ano A)

   

O sonho de Emile Rose Qualquer Coisa
(2º ano B)

   

O gorila que assaltou um banco
(3º ano A)


  

A história do flautista viajante
(3º ano B)