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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

"No ventre de uma mulher grávida..."

"No ventre de uma mulher grávida, dois bebês estão tendo uma conversa. Um deles é crente e outro ateu.

O Ateu: Você acredita na vida após o nascimento?
O Crente: Claro que sim. Todo mundo sabe que existe vida após o nascimento. Nós estamos aqui para crescer forte o suficiente e nos preparar para o que nos espera depois.
O Ateu: Bobagem! Não pode haver vida após o nascimento! Você pode imaginar como seria essa vida?
O Crente: Eu não sei todos os detalhes, mas acredito que exista mais luz, e talvez a gente caminhe e se alimente lá.
O Ateu: Besteira! É impossível andarmos e nos alimentarmos! É ridículo! Nós temos o cordão umbilical que nos alimenta. Eu só quero mostrar isso para você: a vida após o nascimento não pode existir, porque a nossa vida, o cordão, já é demasiado curta.
O Crente: Eu estou certo de que é possível. Ela será um pouco diferente. Eu posso imaginá-la.
O Ateu: Mas não há ninguém que tenha voltado de lá! A vida simplesmente acaba com o nascimento. E, francamente, a vida é apenas um grande sofrimento no escuro.
O Crente: Não, não! Eu não sei como a vida após o nascimento será exatamente, mas em todo caso, nós encontraremos nossa mãe e ela cuidará de nós!
O Ateu: Mãe? Você acha que tem uma mãe? Então, onde ela está?
O Crente: Ela está em toda parte à nossa volta, e nós estamos nela! Nós nos movemos por causa dela e graças a ela, nós nos movemos e vivemos! Sem ela, nós não existiríamos .
O Ateu: Bobagem! Eu não vi nenhuma mãe semelhante; portanto, não existe nenhuma.
O Crente: Eu não posso concordar com você. Na verdade, às vezes, quando tudo se acalma, nós podemos ouvi-la cantar e sentir como ela acaricia o nosso mundo. Eu acredito fortemente que a nossa vida real começará somente após o nascimento." *

*P.S.: Autor desconhecido...até o momento desta postagem!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Re-Lógus...

Fonte:
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151220683552989&set=a.470456762988.249799.204520732988&type=1&theater


Simples como o tempo que, dividindo-se, 

multiplica-se...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

"Se Deus tivesse Falado"




Baruch Espinosa
(1632-1677)
 "Pára de ficar rezando e batendo o peito!
O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.
Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste
e que acreditas ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.
Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável:
Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.
Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho...
Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim.
Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo.
Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar.
Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres,
de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.
Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?
Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?

Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos
que não se comportem bem, pelo resto da eternidade?
Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei;
essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.
A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida,
que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho,
nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre.
Não há prêmios nem castigos.
Não há pecados nem virtudes.
Ninguém leva um placar.
Ninguém leva um registro.

Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.
Vive como se não o houvesse.
Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar,
de amar, de existir.

Assim, se não há nada,
terás aproveitado da oportunidade que te dei.

E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.
Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste...
Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar.
Eu não quero que acredites em mim.
Quero que me sintas em ti.
Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada,
quando agasalhas tua filhinha,
quando acaricias teu cachorro,
quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me!
Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Me aborrece que me louvem.
Me cansa que agradeçam.
Tu te sentes grato?
Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.

Te sentes olhado, surpreendido?...
Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.
A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo,
e que este mundo está cheio de maravilhas.

Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?

Não me procures fora!
Não me acharás.
Procura-me dentro...
aí é que estou,
batendo em ti."


sábado, 29 de dezembro de 2012

O Negócio é Acreditar... Feliz 2013!!!

sábado, 22 de dezembro de 2012

Saudade...




 S a u d a d e ... Nosso herdado modo-de-ser lusitano que 
nos abençoe a demorada candura que nos consome e nos irmana à verdadeira dor de sermos vorazmente felizes à espera, tão-somente, de um certo brado in-contido e a-guardado em nossa memória domanuelina de nos tornarmos Grandes - muito embora, nunca tenhamos deixado de Sê-lo... Em detrimento da ideológica roupagem franco-americana-nortista que, historicamente, nossos dominantes irmãos desta Pátria-Amada-Idolatrada-Salve-Salve, vem-nos impondo e nos arrastando a um ser-outro-qualquer-que-não-nós-mesmos... Talvez por não termos ainda descoberto nosso Tejo em nossas veias abertas de americanos latinos... (Jorge Pi)

Obs.: Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa, um dos legados mais exuberantes do chamado estilo manuelino.



Estamos já COMPLETAMENTE nos banhando na Luz do Interior do Cinturão/Anel de Fótons da Estrela Alcione!
E estaremos assim até daqui há 2.160 anos...
"Era de Aquário"...
Já repararam como o céu desta noite memorável está especialmente lindo e claro e vivo e envolvente?!
É, meus irmãos, o mundo não vai acabar...
Estamos é reiniciando uma Nova Era de Luz-Vida-Amor! 

Namastê...Namastê...Namastê...

Feliz Natal!!!

Paz Profunda!!!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Mensagem de Natal 2012 por Frater Hélio de Moraes e Marques, F.R.C. - GM/GLP


Felix Natalis!!!
Lux-Vitae-Amor!!!
Pax Profundis, Fratres et Sorores!!!


Hilário!!!


Hilário!!!

Profundamente superficial e, no entanto, infinitamente mais interessante do que ver o convencional, flexível e nada 're-flexível' futebol que a tantos fascina e hipnotiza de forma bestial e inutilmente arrebatadora. Se todos os fanáticos futebolistas compreendessem, momentaneamente que fosse, o valor do cultivo da amizade à sabedoria, assim como o perene e acalentador efeito das belas artes sobre o caráter e a personalidade daquele que se rende à contemplação da sua influência áurica, decerto que mais harmoniosa e infinitamente mais simples e natural seria nossa sociedade, ora em sociológico estado de letargia cultural e em tenebroso desconhecimento de si - individual e coletivamente...

Jorge Pi  

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Ainda Bem (Marisa Monte)




Ainda bem
Que agora encontrei você
Eu realmente não sei
O que eu fiz pra merecer
Você
Porque ninguém
Dava nada por mim
Quem dava, eu não tava a fim
Até desacreditei
De mim
O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão
Quem diria que a meu lado
Você iria ficar
Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim
O meu coração
Já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou
Agora você chegou
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim

ROBERTO CARLOS & CAETANO VELOSO